Durante Carnaval 2018 do Rio de Janeiro, em Copacabana, foliões gritam ‘Olê, olê, olá, Lula, Lula!’; episódios de conflagração são registrados

Ex-presidente Lula visita projeto de irrigação por gotejamento da ASPROPEM.
Ex-presidente Lula visita projeto de irrigação por gotejamento da ASPROPEM.

Um grito de ordem ecoa em meio à multidão de foliões que foram comemorar, em Copacabana, o carnaval 2018 do Rio de Janeiro, ‘Olê, olê, olá, Lula, Lula!’, canta empolgada a população, em defesa do líder popular trabalhista e ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva.

Os sentimentos de injustiça, indignação e conflagração se desenvolvem no povo brasileiro. Eles são decorrentes dos atos de violência jurídico-político contra o líder popular.

As ações deletérias e ilegais de magistrados conservadores e reacionários contra Lula são percebidas como uma objetiva interferência no processo político-eleitoral de 2018, cuja finalidade é tentar eleger um representante dos usurpadores da República. As ações se configuram, também, como tentativa de setores da elite em manter a desigualdade social e a subordinação de parcela significativa da população brasileira à intensos processos exploratórios.

Uma fagulha de ordem-unida pode iniciar o processo de conflagração social. Episódios isolados de descontentamento, como observados na Bahia e no Rio de Janeiro, unificam parte significativa da população, em defesa da democracia e de Lula presidente.

A possível conflagração de ordem nacional pode conduzir a institucionalização de uma nova ordem política, social e econômica no país. Não é crível acreditar que a tentativa conservadora-reacionária de interdição do líder trabalhista não resulte em grave conflito social. Os gritos de ordem ecoam.

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Sobre Carlos Augusto 9462 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).