Nota “C” para contas do Governo da Bahia é “manipulação injustificável”, critica Jorge Solla; deputado lembrar que estados caloteiros, a exemplo de Rio de Janeiro e São Paulo, foram beneficiados por golpistas

Banner do JGB: Campanha ‘Siga a página do Jornal Grande Bahia no Google Notícias’.
Deputado Jorge Solla diz que governo do golpe em associação com usurpadores privilegia gestões de estados caloteiros, a exemplo do Rio de Janeiro e São Paulo, e prejudica governo da Bahia.
Deputado Jorge Solla diz que governo do golpe em associação com usurpadores privilegia gestões de estados caloteiros, a exemplo do Rio de Janeiro e São Paulo, e prejudica governo da Bahia.
Deputado Jorge Solla diz que governo do golpe em associação com usurpadores privilegia gestões de estados caloteiros, a exemplo do Rio de Janeiro e São Paulo, e prejudica governo da Bahia.
Deputado Jorge Solla diz que governo do golpe em associação com usurpadores privilegia gestões de estados caloteiros, a exemplo do Rio de Janeiro e São Paulo, e prejudica governo da Bahia.

O deputado federal Jorge Solla (PT-BA) contestou a avaliação contábil do Tesouro Nacional que deu nota “C” às finanças do Governo da Bahia. “Atrasaram a liberação e mudaram a regra em novembro para prejudicar a Bahia. Uma manobra calhorda que submete o Tesouro Nacional a este tipo de vexame”, disse o petista.

Ele destaca que desde julho deste ano o governo do Estado já tinha cumprido com todas as etapas técnicas para a liberação do empréstimo de R$ 600 milhões que o governador Rui Costa (PT) captou junto Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). “Em 16 de agosto, relatório do Tesouro manteve a nota B que a Bahia sustentava há anos. Estava tudo ok, mas eles seguraram por pedido de ACM Neto em acordo com Temer, isso é público”, recorda Solla.

Somente após a mudança de metodologia de avaliação estabelecida na Portaria do Ministério da Fazenda nº 501/2017, de 27 de novembro, a nota da Bahia foi rebaixada para “C”, em novo boletim divulgado nesta quinta-feira (07/12/2017).

“A captação deste recurso foi parte de um acordo político que o presidente golpista fez com os governos que tinham finanças saneadas e não precisaram aderir ao socorro que a União deu a estados que estavam perto do calote, como São Paulo e Rio de Janeiro. Foi um socorro de R$ 400 bilhões em que o Nordeste não levou 5% da ajuda. Para criar alguma compensação, Temer acordou em permitir que a União fosse fiadora de empréstimos internacionais aos estados que não recorreram ao socorro. Agora eles vêm com esse diversionismo calhorda”, recorda o petista.

Sobre Redação do Jornal Grande Bahia 113753 Artigos
O Jornal Grande Bahia (JGB) é um portal de notícias com sede em Feira de Santana e abrange as Regiões Metropolitanas de Feira de Santana e Salvador. Para enviar informações, fazer denúncias ou comunicar erros do jornal mantenha contato através do e-mail: [email protected]