Radialista Mário Kertész atribui ao prefeito ACM Neto a autoria política do boicote ao empréstimo de R$ 600 mil pleiteado pelo governo da Bahia

Mário Kertész diz que ACM Neto adota prática do avô, agindo contra o povo da Bahia e mentindo quando questionado sobre a participação na articulação do boicote ao empréstimo pleiteado pelo Governo Rui Costa, caracterizando a reedição do ‘Toninho Malvadeza’.

Mário Kertész diz que ACM Neto adota prática do avô, agindo contra o povo da Bahia e mentindo quando questionado sobre a participação na articulação do boicote ao empréstimo pleiteado pelo Governo Rui Costa, caracterizando a reedição do ‘Toninho Malvadeza’.

Em depoimento na Rádio Metrópole de Salvador, o radialista Mário Kertész, ex-aliado político do deputado do Golpe Civil/Militar de 1964, atribui o boicote do empréstimo de R$ 600 mil a ACM Neto (DEM), atual prefeito da capital baiana. O empréstimo de R$ 600 mil foi aprovado pelo Senado Federal em decorrência de pleito do Governo Rui Costa (PT), com a finalidade de realizar investimento no estado.

A nefasta ação contra os interesses do povo baiano foi denunciada, também, no Congresso Nacional por parlamentares da Bahia, que atribuíram a perversa articulação do boicote a ACM Neto.

A prática do boicote ilegítimo, segundo Mário Kertész, é recorrente na família Magalhães. Durante as quatro décadas em que ocupou o poder na Bahia, Antonio Carlos Magalhães (ACM, Salvador, 4 de setembro de 1927 — São Paulo, 20 de julho de 2007) recebeu de populares e adversários a alcunha de ‘Toninho Malvadeza’.

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