BR Distribuidora não repassa redução nos preços dos combustíveis, denuncia Sindicombustíveis Bahia

O Governo Temer em conjunto com os usurpadores da República saqueia os cidadãos através de aumentos abusivos e sequenciados de preços controlados.

O Governo Temer, em conjunto com os usurpadores da República, saqueia os cidadãos através de aumentos abusivos e sequenciados de preços controlados.

Os donos de postos de combustíveis e o Sindicombustíveis Bahia reclamam que a BR Distribuidora não está repassando a redução determinada pela Petrobras nos preços de combustíveis. Um dias depois do preço da gasolina ter sido reduzido em 3,8% e o do diesel em 1,3% nas refinarias, na sexta (17/11/2017), houve nova diminuição no preço dos combustíveis, sábado (18/11), quando a Petrobras determinou queda de 0,3% no preço do diesel e de 1,4% da gasolina, mas que não vem refletindo nas notas fiscais dos revendedores.

“O impacto do reajuste no preço final ao consumidor depende de outros fatores da cadeia de combustíveis, principalmente das distribuidoras. O que está acontecendo é que a BR não repassa as reduções, somente os aumentos, e os donos de postos não têm como vender mais barato”, declara o presidente do Sindicombustíveis Bahia, José Augusto Costa.

Desde julho de 2017, com a nova política de reajuste de preços da Petrobras nas refinarias, já houve 48% de aumento da gasolina e 40 reduções. “Nesses cinco meses, a gasolina subiu mais de 35% e o diesel, 29%. As reduções são menos frequentes e, quando acontecem, a distribuidora não repassa, impactando nas vendas dos produtos e no bolso dos consumidores. É importante que isso seja comunicado também e que os órgãos de fiscalização estejam cientes”, ressalta José Augusto.

O Sindicombustíveis Bahia informa que os preços são livres em todas as etapas de produção, distribuição e revenda, cabendo aos agentes determinarem seus preços com base em suas estruturas de custo. Sobre isso, o presidente do sindicato salienta que, na atual composição do preço da gasolina, os tributos representam quase 50% do preço do produto e pesam ainda os custos com distribuição, frete, mão de obra (frentistas), aluguéis, cartões, energia, manutenção, etc.

Observava-se mais uma prática escusa do governo usurpador do presidente Michel Temer (PMDB/BA), ou seja, anuncia reduções de preços controlados, mas, na prática, os preços são mantidos em valores elevados.

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