De julho para agosto de 2017, produção industrial baiana cresce 4,9%; estado obteve segundo maior aumento entre as 14 regiões pesquisada, informa IBGE

Bahia obteve segunda expansão seguida da indústria no estado, cuja produção acumulou, entre julho e agosto crescimento de 13,2%.  Em relação a agosto de 2016, a produção industrial na Bahia cresceu 4,6%, também o segundo resultado positivo consecutivo e o melhor para um mês de agosto desde 2013 (7,0%).

Bahia obteve segunda expansão seguida da indústria no estado, cuja produção acumulou, entre julho e agosto crescimento de 13,2%.  Em relação a agosto de 2016, a produção industrial na Bahia cresceu 4,6%, também o segundo resultado positivo consecutivo e o melhor para um mês de agosto desde 2013 (7,0%).

Em agosto de 2017, a produção industrial da Bahia, descontados os efeitos sazonais, teve aumento de 4,9% frente a julho. Foi o segundo resultado positivo seguido nessa comparação, período em que a indústria baiana acumulou expansão de 13,2%.

Nesse confronto, a Bahia teve o segundo maior crescimento dentre as 7 regiões com resultados positivos, das 14 pesquisadas pelo IBGE. A indústria baiana cresceu abaixo apenas da do Espírito Santo (7,5%) e bem acima da média nacional (-0,8%). Por outro lado, 6 regiões apresentaram queda na produção industrial frente a julho, com destaques para São Paulo (-1,4%) e Rio Grande do Sul (-1,4%). Nesse confronto, a indústria de Santa Catarina mostrou estabilidade (0,0%).

Frente a agosto de 2016, a produção industrial baiana também cresceu (4,6%). Foi o segundo resultado positivo consecutivo do estado nessa comparação após 16 meses de quedas seguidas, e o melhor agosto desde 2013 (7,0%).

No país como um todo, a produção da indústria cresceu 4,0% em agosto de 2017, frente ao mesmo mês de 2016, com resultados positivos em 13 das 15 regiões. Mato Grosso (15,8%), Pará (9,3%) e Paraná (8,8%) tiveram os aumentos mais intensos, enquanto Rio Grande do Sul (-2,0%) e Rio de Janeiro (-1,8%) mostraram quedas.

Apesar dos recentes resultados positivos, a produção industrial baiana ainda apresenta queda no acumulado no ano de 2017 (-3,9%), mas mantém uma desaceleração sistemática no ritmo de recuo (que havia sido de -5,2% em julho).

Nessa comparação, a indústria no estado acumula perdas desde junho de 2016 e ainda tem o pior resultado dentre as regiões pesquisadas, bem abaixo da média nacional (1,5%). No acumulado em 2017, a indústria cai em 2 das 15 áreas investigadas. Além da Bahia, só a região Nordeste como um todo tem resultado negativo (-1,0%).

Considerando-se os 12 meses encerrados em agosto, a indústria baiana acumula queda de –5,1%,  a mais intensa dentre as regiões e bem mais profunda que o recuo nacional (-0,1%). Entretanto, também nesse indicador houve desaceleração da queda em relação ao acumulado até julho (-6,4%) – terceiro maior ganho de ritmo entre as regiões.

Produção de automóveis cresce, e setor de veículos (18,3%) puxa a indústria baiana para cima em agosto e no ano de 2017

Na comparação agosto de 2017/agosto de 2016, o crescimento de 4,6% da produção industrial da Bahia foi resultado do desempenho positivo de 7 das 12 atividades pesquisadas no estado

A principal influência positiva veio do avanço no setor de veículos automotores, reboques e carrocerias (18,3%), impulsionado, principalmente, pela maior produção de automóveis.

Além dele, outros setores importantes na estrutura da indústria no estado apresentaram crescimento, como a fabricação de outros produtos químicos (5,0%); de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,6%); a indústria extrativa (13,9%); e a fabricação de produtos de borracha e de material plástico (11,8%).

Em sentido contrário, as atividades de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-5,5%); e de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-50,1%) exerceram as principais influências negativas.

No acumulado no ano de 2017 (-3,9%), 6 das 12 atividades industriais pesquisadas na Bahia apresentam queda de produção, com destaque para os recuos nos setores de metalurgia (-34,7%) e na fabricação de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-9,0%).

Assim como fez no mês de agosto, a produção de veículos (17,5%) exerce o principal impacto positivo no acumulado no ano de 2017, impulsionada também, em grande parte, pelo aumento na produção de automóveis.

*Com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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