Vereador parabeniza UEFS por 10 anos de implantação do sistema de cotas

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Roberto Tourinho: o acesso às instituições públicas de ensino neste país sempre foi assegurado primeiro a estudantes de classe econômica mais abastada.
Roberto Tourinho: o acesso às instituições públicas de ensino neste país sempre foi assegurado primeiro a estudantes de classe econômica mais abastada.
Roberto Tourinho: o acesso às instituições públicas de ensino neste país sempre foi assegurado primeiro a estudantes de classe econômica mais abastada.
Roberto Tourinho: o acesso às instituições públicas de ensino neste país sempre foi assegurado primeiro a estudantes de classe econômica mais abastada.

Durante pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, na sessão ordinária desta terça-feira (05/09/2017), o vereador Roberto Tourinho (PV) parabenizou a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) pelo aniversário de 10 anos de implantação do sistema de cotas na unidade, instituído através da Resolução Consu 034/2006.

“Esse sistema, implantado em todo país como política reparadora e afirmativa, principalmente para estudantes de classes economicamente menos favorecidas, ainda é um tema muito polêmico. Alguns defendem outros criticam. Não vou entrar no mérito da discussão se as cotas são boas ou ruins. Vou fazer um registro de que nesses 10 anos de implantação na Uefs, desde o segundo semestre de 2007 que vem sendo reservado 50% de suas vagas em todos os cursos para estudantes oriundos de escolas públicas, destas 80% são para negros e 20% para não-negros da escola pública. Além de duas vagas em cada curso destinadas para estudantes de comunidades indígenas e quilombolas”, citou.

Para o edil, a Universidade, ao estabelecer o sistema de cotas para ingresso no ensino superior contribui para consolidar e ampliar as políticas de ações afirmativas e de assistência estudantil. “É sabido por todos que durante muitos anos o acesso às instituições públicas de ensino neste país sempre foi assegurado primeiro a estudantes de classe econômica mais abastada, dificultando pobres, negros, indígenas quilombolas terem acesso às instituições de ensino. Com as cotas, permitiu que todos tivessem oportunidade igualitária. Não vou emitir juízo de valor se é bom ou ruim, penso que é uma política reparadora e inclusiva”, concluiu.

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