Prefeito de Conceição da Feira anuncia corte de gastos e demissão de pessoal; incapacidade do Governo Temer de gerir economia provoca crise nos municípios

Vista aérea de Conceição da Feira. Política recessiva do Governo Temer afeta administração do município de Conceição da Feira.
Vista aérea de Conceição da Feira. Política recessiva do Governo Temer afeta administração do município de Conceição da Feira.
Vista aérea de Conceição da Feira. Política recessiva do Governo Temer afeta administração do município de Conceição da Feira.
Vista aérea de Conceição da Feira. Política recessiva do Governo Temer afeta administração do município de Conceição da Feira.

O prefeito de Conceição da Feira, Raimundo da Cruz Bastos (Pompílio, PSD), em nota encaminhada nesta quarta-feira (20/09/2017) ao Jornal Grande Bahia (JGB), informou que em decorrência da crise financeira que afeta a economia do país, provocando queda na arrecadação, o governo municipal está promovendo redução de gastos e demissão de pessoal.

Nesta quarta-feira (20) o governador Rui Costa também anunciou corte de gastos em 10%, enquanto o presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Eures Ribeiro, alertou para a crise orçamentaria que afeta as gestões municipais, em decorrência da queda de arrecadação da União, tendo como consequência redução dos repasses financeiros aos municípios baianos.

Observa-se que a política recessiva e neoliberal do Governo Temer (PMDM/SP) segue provocando desastre econômico, principalmente, para a região Nordeste do país. A política recessiva do PMDB tem sido apoiada por líderes do PSDB e DEM, que, no processo, promovem a liquidação do patrimônio nacional e a redução de direitos sociais e trabalhistas.

Confira o teor da nota do prefeito Raimundo da Cruz Bastos (Pompílio, PSD)

— Por causa da queda da arrecadação e do repasse de recursos estaduais e federais, estamos passando por uma crise financeira nunca vista antes, que está afetando todos os municípios do país.

— Foi com muito pesar e com o coração apertado, que fui conduzido a tomar uma difícil decisão: a de ter que enxugar o quadro de pessoal, mesmo depois de reduzir despesas e apertar o cinto para que pudéssemos manter os serviços públicos essenciais em pleno funcionamento. Sei que são medidas amargas e que nem sempre são compreendidas pela maioria dos cidadãos, principalmente aos que foram diretamente atingidos, mas temos que ter fé e coragem para lutar.

— Vamos seguir em frente, confiantes que a tempestade logo vai passar e dias melhores virão

— Um abraço a todos, e fiquem com Deus.

Sobre Carlos Augusto 9719 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).