Polícia Civil ouviu vinte vítimas do naufrágio com a embarcação Cavalo Marinho I, ocorrido na Baía de Todos os Santos

Lancha Cavalo Marinho I, após naufragar, encalha em recife de corais, em frente a praia de Mar Grande, na Ilha de Itaparica, Baía de Todos os Santos. Tripulantes e passageiros deram depoimentos às equipes que apuram as circunstâncias do acidente que deixou 18 mortos na Baía de Todos os Santos.
Lancha Cavalo Marinho I, após naufragar, encalha em recife de corais, em frente a praia de Mar Grande, na Ilha de Itaparica, Baía de Todos os Santos. Tripulantes e passageiros deram depoimentos às equipes que apuram as circunstâncias do acidente que deixou 18 mortos na Baía de Todos os Santos.
Lancha Cavalo Marinho I, após naufragar, encalha em recife de corais, em frente a praia de Mar Grande, na Ilha de Itaparica, Baía de Todos os Santos. Tripulantes e passageiros deram depoimentos às equipes que apuram as circunstâncias do acidente que deixou 18 mortos na Baía de Todos os Santos.
Lancha Cavalo Marinho I, após naufragar, encalha em recife de corais, em frente a praia de Mar Grande, na Ilha de Itaparica, Baía de Todos os Santos. Tripulantes e passageiros deram depoimentos às equipes que apuram as circunstâncias do acidente que deixou 18 mortos na Baía de Todos os Santos.

Vinte pessoas que estavam no Cavalo Marinho I, embarcação que naufragou na manhã desta quinta-feira (24/06/2017), após saída da Praia de Mar Grande, em direção à Salvador, foram ouvidas na sexta-feira (25/08/2017), por equipes da 24ª Delegacia Territorial (Vera Cruz). Entre os que prestaram depoimentos, concedidos na sede da Polícia Civil, na Piedade, e na DT de Vera Cruz, estão passageiros e alguns tripulantes.

De acordo com o titular da 24ª DT, delegado Ricardo Amorim, os proprietários da empresa responsável pela embarcação também foram intimados e devem prestar esclarecimentos na próxima semana. “Por enquanto, os depoimentos estão bastante semelhantes, apresentando poucas divergências entre as versões”, afirmou, lembrando, no entanto, que ainda é muito cedo para determinar o que teria causado o acidente.

Ainda segundo ele, apurações iniciais dão conta de que não havia superlotação na embarcação. O delegado também expediu guias de lesão corporal para todos aqueles que se apresentaram como vítimas da tragédia. “Precisamos que todos aqueles que estiveram no Cavalo Marinho I, no momento do acidente, compareçam à 24ª DT para serem ouvidos”, enfatizou.

Aproveitou para convocar as vítimas para o reconhecimento e devolução de pertences apreendidos pela Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, além da Capitania dos Portos durante os resgates. As investigações contam ainda com o apoio logístico da 19ª DT (Itaparica) e do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom) e vão seguir pelo final de semana.

Na sexta-feira (25), equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros mantiveram as buscas, no entanto, nada foi encontrado.

Volume de passageiros

Pela via marítima, segundo a AGERBA (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transporte e Comunicações da Bahia), agência reguladora do Estado, são transportadas, por dia, 17 mil pessoas e 1.700 veículos.

Naufrágio

O acidente com a embarcação Cavalo Marinho I, de propriedade da empresa CL Transporte Marítimo ocorreu às 06:30 horas, desta quinta-feira (24/08/2017), nas proximidades de Mar Grande, na Baía de Todos os Santos, durante a travessia que parte do Terminal de Vera Cruz, na Ilha de Itaparica, com destino ao Terminal Náutico, em Salvador. 129 pessoas estavam abordo da lancha, 18 morreram e 2 estão desaparecidos.

 

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