Feira de Santana: alimentos da agricultura familiar vão beneficiar cidadãos em vulnerabilidade

Secretário Antônio Carlos Borges Júnior entrega de Alimentos do PAA.

Secretário Antônio Carlos Borges Júnior entrega de Alimentos do PAA.

Até novembro de 2017, 122 associações socioassistenciais, 15 CRAS (Centro de Referência em Assistência Social) e três CREAS  de Feira de Santana (Centro de Referência Especializado em Assistência Social), Casa de Passagem e o HDPA (Hospital Dom Pedro de Alcântara) receberão 348 toneladas de alimentos, adquiridos e doados pelo Programa Aquisição de Alimentos, produzidos pelos agricultores familiares.

“É uma iniciativa que atende as necessidades socioeconômicas do município, por incluir as famílias em situação de vulnerabilidade alimentar e adquirir a produção dos pequenos agricultores, gerando, assim, ocupação e renda, que possibilita a alavancagem financeira”, afirmou o secretário de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Antônio Carlos Borges Júnior, que representou o prefeito José Ronaldo de Carvalho.

Na manhã desta terça-feira, 16, o Dispensário Santana recebeu os alimentos a quantidade a ele dispensado – simbolicamente as outras instituições beneficiadas também receberam legumes, grãos e outros alimentos. Serão destinadas 195t de feijão, 57 de farinha, 15 de fubá, 24 de hortaliças, 46 de raízes e 11 de panificados.

Mais de 26 mil pessoas serão beneficiadas pelos alimentos, que saem das roças diretamente para as mesas das famílias que se enquadram neste perfil. As entidades beneficiadas, bem como os produtores, foram previamente cadastrados no Conselho Municipal de Assistência Social e aprovados pelo Conselho Municipal de Segurança Alimentar.

De acordo com o coordenador do PAA, Georgiton Rios, cada uma das entidades receberá a quantidade por ela prevista e que elas ficarão responsáveis pela distribuição entre seus associados. “Toda a parte administrativa foi planejada previamente e os produtos serão entregues à medida das necessidades de cada uma delas”.

A presidente do Odungê – entidade do movimento negro da cidade, Cláudia Cilene, disse que terão prioridade os idosos, acamados, portadores do HIV e de doenças degenerativas, gestantes e crianças.

O investimento na compra dos alimentos foi de R$ 2,7 milhões, do Ministério do Desenvolvimento Social. Também participa da iniciativa a Secretaria da Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social. A iniciativa conta com parceria logística do Programa Mesa Brasil, do Sesc.

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