Senadora Lídice da Mata vota pela rejeição da reforma trabalhista na CCJ e diz que se aprovada haverá conflito de classes no Brasil

Senadora Lídice da Mata, durante debate na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Clima exaltado entre parlamentares.
Senadora Lídice da Mata, durante debate na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Clima exaltado entre parlamentares.
Senadora Lídice da Mata, durante debate na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Clima exaltado entre parlamentares.
Senadora Lídice da Mata, durante debate na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Clima exaltado entre parlamentares.

A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) apresentou voto em separado na Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania (CCJ) do Senado, pela inconstitucionalidade e rejeição integral do PLC 38/2017 da reforma trabalhista.

A parlamentar baiana lembrou que o relatório não considerou nenhuma das mais de 780 emendas apresentadas pelos diversos senadores. “Não há saída. A única saída é votar completamente não. É dizer não a uma reforma trabalhista que é prejudicial ao trabalhador brasileiro; destruidora da Justiça do Trabalho no Brasil; e que pune de forma mais profunda ainda o direito da mulher trabalhadora em nosso País”.

Para Lídice, a reforma trabalhista é “cruel e perversa” ela ponderou que  os socialistas não podem  admitir a  sua aprovação.“Esperamos que o Senado possa votar não à reforma trabalhista, uma reforma imposta por um governo cada vez mais sem legitimidade  pela realidade da política brasileira. A alternativa do bom senso e da racionalidade nos conduziria a continuar debatendo a reforma, sem votar hoje (na CCJ) e sem votar no Plenário, pois este governo não tem condições de dar sustentação a uma reforma desta natureza. E este  governo, esta reforma, levarão a um conflito de classes no País”, declarou.

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