Salvador: Mostra ‘Casa Aberta ‘completa 10 anos e destaca a importância do ensino, da qualificação e do aprimoramento profissional do dançarino

Qualificação e aprimoramento profissional do dançarino são apresentados na Mostra 'Casa Aberta'.
Qualificação e aprimoramento profissional do dançarino são apresentados na Mostra 'Casa Aberta'.
Qualificação e aprimoramento profissional do dançarino são apresentados na Mostra 'Casa Aberta'.
Qualificação e aprimoramento profissional do dançarino são apresentados na Mostra ‘Casa Aberta’.

Integrando a programação do VIVADANÇA Festival Internacional há 10 anos, a Mostra Casa Aberta celebra a diversidade da dança na Bahia, em diferentes formatos – solos, duos e grupos – com o objetivo de promover uma grande confraternização de variados estilos, despertar o sentimento de classe, a consciência de mercado e estabelecer um espaço democrático; agregando grupos, academias, companhias, coletivos e artistas independentes da Dança. Para essa edição, 37 obras foram selecionadas, com cerca de 400 intérpretes, do ballet à dança contemporânea, da performance ao hip hop, dança de salão, entre muitas outras. Dias 04 e 05 de maio de 2017, 20h, no Teatro Vila Velha.

Inscrições abertas para as Oficinas Mostra Casa Aberta

Este ano, a Mostra Casa Aberta e o festival trazem à tona a importância do ensino, da qualificação e do aprimoramento profissional do dançarino, promovendo dois dias inteiros de oficinas variadas: Balé Clássico, Dança de Salão, Dança Moderna, Breaking/Dança de Rua, Stilleto, Dança Tribal, Hip Hop Dance, Danças e Ritmos Tradicionais Brasileiros e Jazz. Teatro Castro Alves. Dias 06 e 07/05, das 9h às 17h30. R$ 30,00 cada oficina.

Descontos progressivos de acordo com o número de oficinas, além da opção por pacotes diários.  Os artistas participantes da Mostra Casa Aberta têm desconto.  Inscrições e a programação completo você vê no site www.festivalvivadanca.com.br

O VIVADANÇA Festival Internacional tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia. É uma realização da Baobá Produções.

Programação completa abaixo

Ballet Clássico – Joffre Santos (Ba)

A oficina tem o objetivo de pensar os movimentos da técnica clássica do ballet através das articulações, respeitando as possibilidades físicas de cada bailarino. Serão três momentos: aquecimento, barra e centro prático.

Dança De Salão – Yves Lorrhan (Ba)

Utilizando as técnicas da dança de salão, a oficina busca proporcionar ao aluno uma viagem rítmica e cultural pelos mais tradicionais ritmos do estilo. Os participantes terão contato com a suavidade do bolero, o gingado do samba de gafieira, entre outros ritmos.

Dança Moderna – Guilherme Fraga (Ba)

A oficina tem o objetivo de introduzir alguns princípios da dança moderna por meio de sequências de movimento e frases coreográficas. O conteúdo abordado privilegia fundamentos como isolamento, transferência de peso, queda e recuperação. Trata-se de uma vivência direcionada a pessoas que têm interesse em conhecer algumas das bases técnicas que compõem a dança moderna.

Breaking/Dança De Rua – Viola Luba (Ba)

A oficina traz uma introdução aos princípios técnicos, rítmicos e criativos do breaking. Com a preparação corporal adequada e cédulas coreográficas que abordam três elementos fundamentais – o Top Rock, o Foot Work e o Freeze/Stance, os integrantes poderão investigar a movimentação dando um toque individual à sua dança.

Stiletto Class – Elivan Nascimento (Ba)

A oficina trabalha a prática do Stilleto, estilo de dança cujos passos são realizados com o uso do salto alto, com ênfase na feminilidade, sensualidade e elegância destacando toda a beleza do gênero feminino.

Dança Tribal – Joline Andrade (Ba)

A oficina traz conhecimentos e práticas da Dança Tribal. O estilo é popularmente chamado de dança étnica de "fusão", é uma linguagem que, tendo como referência a dança do ventre, mescla conceitos e movimentos de danças étnicas como o flamenco, a dança indiana e danças da cultura Hip Hop, ou seja, danças de diferentes culturas e regiões do mundo.

Hip-Hop Dance – David Barros (Ba)

A oficina hip-hop dance trabalha diversas técnicas e conceitos desse universo, percorrendo pelas variações musicais e transformações no modo de dançar que ocorreram ao longo do tempo. Será uma oportunidade de vivenciar como foi o hip-hop no seu início até os dias atuais. Para assimilação das técnicas, serão propostas experimentações de pequenas células coreográficas, utilização dos movimentos com deslocamentos espaciais e de improvisação.

Danças E Ritmos Tradicionais Brasileiros: Maracatu E Côco  – Soiane Gomes (Ba)

Visando o estímulo ao pertencimento da identidade cultural brasileira, a atividade abordará a vivência prática de cantigas, músicas e danças da nossa cultura, com abordagem histórica e filosófica. O foco da oficina será os movimentos básicos dos ritmos maracatu e côco, no intuito de ampliar o repertório de movimentos dos participantes.

Jazz Dance – Luciene Munekata (Ba)

A oficina apresenta propostas de sequências coreografadas, visando proporcionar ao dançarino o contato com a movimentação que caracteriza a técnica do Jazz, ampliando seu potencial técnico e artístico. O Jazz Dance é uma das mais importantes formas de expressão artística se caracteriza por movimentos marcantes com variações de dinâmicas pontuadas pelo ritmo e exploração do espaço, associada a elementos do ballet clássico e da dança moderna.

Dança Moderna – Ramon Moura (Ba)

Com influência de algumas técnicas de dança moderna e com base nas suas ações, a oficina se desenvolve num processo de condicionamento e consciência corporal e na prática para a performance em cena. É uma busca de possibilidades de movimento, onde cada corpo é único e é parte de um todo, onde outros corpos estão inseridos, com suas diferenças e similitudes, criando um diálogo entre eles.

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