Vereadora Aladilce Souza se posiciona diante da denúncia de assédio envolvendo o subsecretário de Reparação da Prefeitura de Salvador

Aladilce Souza: o machismo enraizado na nossa cultura faz com que casos como esse sejam naturalizados pelo agressor, onde o homem, ao ocupar um cargo hierarquicamente superior, se sente no direito de coagir e assediar sexualmente suas funcionárias.
Aladilce Souza: o machismo enraizado na nossa cultura faz com que casos como esse sejam naturalizados pelo agressor, onde o homem, ao ocupar um cargo hierarquicamente superior, se sente no direito de coagir e assediar sexualmente suas funcionárias.
Aladilce Souza: o machismo enraizado na nossa cultura faz com que casos como esse sejam naturalizados pelo agressor, onde o homem, ao ocupar um cargo hierarquicamente superior, se sente no direito de coagir e assediar sexualmente suas funcionárias.
Aladilce Souza: o machismo enraizado na nossa cultura faz com que casos como esse sejam naturalizados pelo agressor, onde o homem, ao ocupar um cargo hierarquicamente superior, se sente no direito de coagir e assediar sexualmente suas funcionárias.

Uma funcionária e filiada do Partido Verde (PV) denunciou o subsecretário de Reparação da Prefeitura de Salvador, Valcy Evangelista de Souza, de ter cometido assédio sexual. A jovem de 21 anos, que trabalha no partido desde 2014, prestou queixa na 7ª Delegacia do Rio Vermelho, acusando Valcy de ter lhe assediado durante os últimos três anos, dentro da sede do partido.

De acordo ela, o subsecretário já chegou a toca-la em suas partes íntimas, sem o seu consentimento, além tentar beija-la a força e oferecer benefícios pessoais em troca de sexo. A jovem afirmou, em seu depoimento, que o assédio também ocorria mesmo na presença de outras pessoas.

Para a vereadora Aladilce Souza (PCdoB), que é presidente da Comissão de Defesa dos Direitos das Mulher da Câmara Municipal, a denúncia é grave e exige um posicionamento do subsecretário, do partido e da prefeitura. “Diante de uma acusação tão forte como essa e se tratando de um representante do poder público, a resposta da prefeitura deve ser imediata. O partido e a secretária Ivete Sacramento também precisam se posicionar e anunciar quais medidas pretendem tomar”, afirmou a vereadora.

De acordo com Aladilce, o discurso feminista tem incentivado que mais mulheres denunciem casos de assédio, a exemplo do que ocorreu recentemente com a figurinista Susllem Tonani que acusou o ator José Mayer de ter lhe assediado. Para a vereadora “o machismo enraizado na nossa cultura faz com que casos como esse sejam naturalizados pelo agressor, onde o homem, ao ocupar um cargo hierarquicamente superior, se sente no direito de coagir e assediar sexualmente suas funcionárias”.

Para Aladilce, é fundamental que as vítimas não tenham medo de denunciar seus agressores e levar o caso à justiça. A vereadora também informou que irá se reunir com as demais integrantes da Comissão da Mulher para discutir qual posicionamento irão tomar em relação ao caso envolvendo o subsecretário Valcy Evangelista.

Redação do Jornal Grande Bahia
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