
O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) participou dos atos políticos realizados em todos os municípios da Bahia, nesta sexta-feira (28/04/2017), em protesto às Reformas da Previdência, Trabalhista e o Projeto que visa regulamentar a Terceirização no Brasil. A militância do PSOL promoveu uma campanha interna que mobilizou os filiados dos mais diversos cantos da Bahia. As lideranças gravaram vídeos convocando a população para a Greve Geral, disponibilizados na fan page do partido.
Na capital baiana, os militantes protestaram contra o Governo de Michel Temer, a partir das 6hs, na região do Iguatemi, às 15hs, no Campo Grande em direção à Praça da Sé.
O Presidente Estadual do PSOL na Bahia, Ronaldo Santos, ressaltou que o PSOL está ao lado do povo pobre, preto e trabalhador. “Essa é mais uma jornada de luta! Toda nossa militância está mobilizada para derrotar a gestão de Michel Temer. Governo ilegítimo e golpista!”, salienta.
Para o Presidente do Diretório Municipal de Salvador, Fábio Nogueira, o caminho para a sociedade brasileira derrotar o Governo Temer está nas mobilizações, nas ruas. A liderança participou dos atos ao lado das mulheres, dos movimentos sociais e do movimento negro contra as Reformas da Previdência e Trabalhista. ” Querem acabar com o direito sagrado do povo de se aposentar e as nossas conquistas da nossa CLT!”, frisou o ex-candidato à prefeitura da capital baiana.
O vereador Hilton Coelho enfatizou durante os protestos que os trabalhadores vão dar uma resposta ao golpista Michel Temer e a seus aliados no Congresso Nacional.
” Vamos para o campo de batalha! Vamos gritar Fora Temer e toda a sua política de destruição dos direitos dos trabalhadores!”, protestou o parlamentar.
O ex-candidato a Senador do PSOL, Hamilton Assis, ressaltou que o Governo Temer insiste em propor uma Reforma da Previdência que pretende retirar os direitos dos trabalhadores.
“Eles estão propondo um aumento no teto de contribuição para 45 anos e a idade de 65 anos. Se essa equação confirmar, nenhum trabalhador vai conseguir se aposentar neste país e nós veremos uma situação análoga à escravidão. Os trabalhadores escravizados trabalhavam até morrer!”, criticou.









