Feira de Santana: vereador denuncia existência de “indústria de multa no país”

Edvaldo Lima: Esse assunto está doendo no bolso de todos os brasileiros. O país registrou um aumento de 273% na arrecadação com multas de órgãos federais e o número de infrações registradas aumentou em 195% em cinco anos.
Edvaldo Lima: Esse assunto está doendo no bolso de todos os brasileiros. O país registrou um aumento de 273% na arrecadação com multas de órgãos federais e o número de infrações registradas aumentou em 195% em cinco anos.
Edvaldo Lima: Esse assunto está doendo no bolso de todos os brasileiros. O país registrou um aumento de 273% na arrecadação com multas de órgãos federais e o número de infrações registradas aumentou em 195% em cinco anos.
Edvaldo Lima: Esse assunto está doendo no bolso de todos os brasileiros. O país registrou um aumento de 273% na arrecadação com multas de órgãos federais e o número de infrações registradas aumentou em 195% em cinco anos.

Utilizando a tribuna da Câmara Municipal de Feira de Santana (CMFS), na manhã desta segunda-feira (27/03/2017), o vereador Edvaldo Lima (PP) criticou o que chama de indústria da multa instalada no país. “Esse assunto está doendo no bolso de todos os brasileiros. O país registrou um aumento de 273% na arrecadação com multas de órgãos federais e o número de infrações registradas aumentou em 195% em cinco anos”, criticou.

Ainda segundo Edvaldo, as multas foram aplicadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Para o edil, isso não configura mais como infração, mas como imposto que eles colocaram em cada esquina das estradas brasileiras através de radares, além dos móveis da PRF. “Isso é para arrecadar e tirar do bolso do condutor dinheiro. Isso é uma vergonha nacional”, criticou.

Edvaldo explicou a sua opinião contrária a esse tipo de fiscalização. Segundo ele, não se encontra nessas rodovias sinalizações nem vertical nem horizontal dos radares, que ficam escondidos nas estradas com velocidade máxima de 60 km. “Em uma capital como São Paulo, a velocidade máxima é 70 ou 80 km. Em Salvador, são as mesmas velocidades e em uma rodovia federal, em que a velocidade é de mais de 100 km, pedem pra reduzir a velocidade para 60 km”, criticou, chamando essa ação de “indústria da multa”.

Inconformado, Edvaldo afirmou não entender essa ação por parte desses órgãos federais que chega até a provocar a morte de pessoas por causa das freadas bruscas em cima dos radares. E concluiu sua fala salientando que é necessário fazer uma modificação urgente, onde a velocidade seja reduzida para no máximo 80 Km/h nas rodovias federais, já que os veículos hoje são capacitados para tal. “É preciso que um técnico de segurança verifique essa situação”, finalizou, conclamando aos deputados que representam Feira de Santana a fazerem solicitações ao Ministério dos Transportes.

Após pronunciamento, o presidente em exercício, vereador Ewerton Carneiro – Tom (PEN), o colocou como novo membro do Governo. Edvaldo disse que não responderia ao colega, mas fez a seguinte colocação: “Aqui você tem que pisar muito firme para não pisar em casca de banana”, disse.

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