Dia de São José era a última esperança do sertanejo para a seca acabar, avalia deputado Carlos Geilson

Carlos Geilson: milhões de sertanejos na região do Semiárido repetiram esse ritual de erguer os olhos para o céu à cata de um pouco de esperança, mas o Dia de São José passou e não choveu em grande parte da Bahia.
Carlos Geilson: milhões de sertanejos na região do Semiárido repetiram esse ritual de erguer os olhos para o céu à cata de um pouco de esperança, mas o Dia de São José passou e não choveu em grande parte da Bahia.
Carlos Geilson: milhões de sertanejos na região do Semiárido repetiram esse ritual de erguer os olhos para o céu à cata de um pouco de esperança, mas o Dia de São José passou e não choveu em grande parte da Bahia.
Carlos Geilson: milhões de sertanejos na região do Semiárido repetiram esse ritual de erguer os olhos para o céu à cata de um pouco de esperança, mas o Dia de São José passou e não choveu em grande parte da Bahia.

A religiosidade diz que se chover não até o Dia de São José (19 de março) é sinal de falta de que a seca será inevitável. Infelizmente foi o que aconteceu neste último domingo (19/03/2017). A Bahia, como todo o Nordeste, enfrenta uma seca que é apontada como a maior dos últimos 100 anos. Mais da metade dos municípios baianos estão em situação de emergência. Dos 417 municípios da Bahia, 221 estão nesta situação.

“Milhões de sertanejos na região do Semiárido repetiram esse ritual de erguer os olhos para o céu à cata de um pouco de esperança, mas o Dia de São José passou e não choveu em grande parte da Bahia. Sinal de que a seca vai perdurar por mais um ano”, lamenta o deputado estadual Carlos Geilson (PSDB).

O parlamentar ressaltou que a própria capital, Salvador, está ameaçada de enfrentar problemas no fornecimento de água em decorrência da redução do volume nos mananciais que a abastecem. “Isso significa que a luz vermelha deverá continuar acesa em todos os órgãos do Estado capazes de executar ações para amenizar os efeitos da seca e prestar assistência à população afetada pela estiagem”, alertou.

Nascido na zona rural, e filho de vaqueiro, Geilson contou em pronunciamento na Assembleia Legislativa da Bahia, nesta segunda-feira (20), que desde pequeno via a ansiedade dos pequenos agricultores, que no Dia de São José dirigiam os olhos para o céu, à procura de uma nuvem, por menor que fosse, em busca de um sinal de chuva, capaz de lhes fortalecer a esperança. “Eles sabiam, como todos nós sabemos, ainda hoje, que se não chover até o 19 de março, Dia de São José, a seca é inevitável”, ponderou.

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