Depois do Golpe, a cobrança dos liderados de ACM Neto: “Cadê o dinheiro do governo do estado?”

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Geddel Vieira Lima, ACM Neto, Aécio Neves, Paulo Souto e Antonio Imbassahy. Em comum, projeto de poder, citações de delatores de envolvimento no Caso Lava Jato (a exceção, até o momento de Paulo Souto) e participação na usurpação da República com a tomada do governo através de um Golpe Parlamentar.
Geddel Vieira Lima, ACM Neto, Aécio Neves, Paulo Souto e Antonio Imbassahy. Em comum, projeto de poder, citações de delatores de envolvimento no Caso Lava Jato (a exceção, até o momento de Paulo Souto) e participação na usurpação da República com a tomada do governo através de um Golpe Parlamentar.
Geddel Vieira Lima, ACM Neto, Aécio Neves, Paulo Souto e Antonio Imbassahy. Em comum, o projeto de poder, citações de delatores de envolvimento no Caso Lava Jato (a exceção, até o momento de Paulo Souto) e participação na usurpação da República com a tomada de poder através de um Golpe Parlamentar.
Geddel Vieira Lima, ACM Neto, Aécio Neves, Paulo Souto e Antonio Imbassahy. Em comum, projeto de poder, citações de delatores de envolvimento no Caso Lava Jato (a exceção, até o momento de Paulo Souto) e participação na usurpação da República com a tomada do governo através de um Golpe Parlamentar.

A Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) emitiu nota nesta quinta-feira (09/03/2017) questionando: ‘Bancada de Oposição destaca investimento federal nas obras do metrô. “Cadê o dinheiro do governo do estado”?’.

A nota é um acinte a inteligência do povo baiano, um escárnio com a democracia e uma demonstração de desinteligência dos golpistas de plantão, liderados pelo prefeito ACM Neto, político reconhecido como o neto do deputado do Golpe Civil/Militar de 1964.

Em síntese, a pergunta é correta, mas a resposta que os deputados apoiadores do ‘Golpe Parlamentar de 2016’ devem responder é: por que a ação judicial que tramita em segredado de justiça ainda não foi julgada? A Ação é decorrente de possíveis desvios e atos de corrupção identificados na gestão do metrô, pelo Ministério Público Federal, no transcurso dos governos municipais de Antonio Imbassahy (PSDB) e João Henrique (PMDB), durante o período em que administraram Salvador. Curiosamente, ambos são aliados do projeto de poder de ACM Neto.

Derrotado no pleito eleitoral de 2014, oportunidade em que apoiou o delatado e denunciado senador Aécio Neves (PSDB/MG), Antonio Imbassahy foi nomeado ministro do Governo do Golpe, após a drástica queda do delatado ex-ministro Geddel Vieira Lima. Segundo fontes do Jornal Grande Bahia, o ministro do Governo Temer é um dos que configuram como réus no processo judicial em que se apura atos de corrupção na gestão do Metrô de Salvador.

O restante da história o povo da Bahia conhece. A competência dos reacionários foi no sentido de amontoar a população soteropolitana em favelas sem encostas, e lhes entregar um precário e decadente sistema de transporte público.

Concluindo, é a ‘Política do Circus Maximus’ em curso, através de golpes, mentiras, proselitismo, corrupção e discursos que tentam reescrever a história. Conformando, com isso, completo desrespeito à memória do povo da Bahia.

Confira a nota ‘Bancada de Oposição destaca investimento federal nas obras do metrô. “Cadê o dinheiro do governo do estado”?’

“Sem o governo federal e a prefeitura de Salvador o metrô não estaria nos trilhos”, disse o líder Leur Lomanto Jr.

A Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa da Bahia questionou a paternidade das obras do metrô de Salvador, atribuída em propagandas ao governo do estado. Segundo os oposicionistas, o governo baiano (PT) engana a população ao não deixar claro que o governo federal tem sido o responsável por destravar a construção do sistema metroviário na capital baiana. Os deputados estaduais acompanharam a reunião do ministro das Cidades, Bruno Araújo com o prefeito ACM Neto (DEM) e a visita ao metrô, realizada hoje. O ministro ressaltou que a construção tem mais de 90% dos recursos bancados pela gestão federal.

O grande montante de recursos do governo federal junto a iniciativa privada soma R$3,8 bilhões. Enquanto o estado financiou somente serviços de consultoria.  “Aqui temos um aporte maior do que a soma de investimentos de alguns estados da Federação e, sobretudo, um reconhecimento nosso da importância que significa para a mobilidade e desenvolvimento de Salvador e da região metropolitana”, disse o ministro Bruno Araújo.

“O metrô só está nos trilhos porque esse é um compromisso do governo federal, do presidente Michel Temer. O governo federal tem encampado a obra, não medindo esforços para continuar a investir na melhoria da mobilidade urbana em Salvador. O governo da Bahia alardeia ser o principal financiador e promove uma mentira tamanho G ao tentar se apropriar da obra. Gastam milhões em propagandas, quando na verdade o sistema foi selecionado pelo programa federal, que visava investir nas grandes cidades do Brasil”, frisou o líder da Bancada, deputado Leur Lomanto Jr. (PMDB).

O deputado estadual Pablo Barrozo (DEM), também lembrou que a prefeitura de Salvador, na gestão do prefeito ACM Neto (DEM) deu os primeiros passos para a instalação do metrô ao abrir mão do ISS sobre os serviços, além de ter reduzido o percentual do tributo para o transporte de 5% para 2%. O município também cedeu ativos à CCR e ao governo do estado, além de ter cedido terrenos para viabilizar a obra. “É essa parceria entre o governo federal e a prefeitura que tem feito o metrô se tornar uma realidade e com certeza vai concretizar outras melhorias para a capital baiana, a exemplo do BRT que está a caminho”, afirmou.

Sobre Carlos Augusto 9659 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).