“Decretar a extinção da vaquejada significa ferir de morte o folclore e a cultura regional”, afirma deputado federal Ronaldo Carletto

Prática da vaquejada é defendida pelo deputado federal Ronaldo Carletto.
Prática da vaquejada é defendida pelo deputado federal Ronaldo Carletto.
Prática da vaquejada é defendida pelo deputado federal Ronaldo Carletto.
Prática da vaquejada é defendida pelo deputado federal Ronaldo Carletto.

Diante da mobilização nacional contra a proibição das vaquejadas, que está acontecendo na terça-feira (25/10/2016) em Brasília, o deputado federal Ronaldo Carletto (PP) manifestou, mais uma vez, através de discurso, seu apoio a essa tradicional prática da região nordestina. No início do mês, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela inconstitucionalidade da Lei nº 15.299/2013, que regulamenta a vaquejada no Ceará, o que pode atingir os demais estados e o Distrito Federal.

O parlamentar afirmou que alegar que a atividade impõe agressão e sofrimento a animais não é cabível às circunstâncias, pela simples razão de inexistirem evidências nesse sentido. “Apegado que sou às tradições, não posso me calar. Como filho da boa terra baiana, orgulhoso de suas raízes nordestinas, sinto-me indignado. A votação do STF tem uma visão, no mínimo, acanhada, em torno de um elemento cultural perfeitamente natural. Decretar a extinção da vaquejada significa ferir de morte o folclore e a cultura regional”, salientou.

Além de ser uma atividade bastante popular, festejada no meio rural em todo o Nordeste, a vaquejada gera cerca de 600 mil empregos diretos e indiretos, segundo a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha, raça utilizada pelos cavaleiros. “Estou entre os inconformados e faço questão de declarar todo o meu apoio à vaquejada. Quero gritar para que me ouçam: a vaquejada não pode acabar!”, finalizou.

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