Ao não aderir aos protestos, feirense repudia tentativa de interrupção do mandato democrático da presidente Dilma Rousseff

Protestos em Feira de Santana contra o governo central reuniu público reduzido.
Protestos em Feira de Santana contra o governo central reuniu público reduzido.

Conduzidos por elevado volume midiático de informações contra o governo central, através da imprensa apoiadora do Golpe de 1964, milhares de pessoas ocuparam ruas de algumas cidades brasileiras, ao longo do dia de hoje (13/03/2016). Notadamente, São Paulo, sede do governo do PSDB – por quase três décadas – foi a cidade que maior número de pessoas mobilizou.

Em Feira de Santana, a exemplo do dia 14 de dezembro de 2015, pouco expressivo grupo de simpatizantes da causa golpista participou de protestos na Avenida Getúlio Vargas. Identificados com o pensamento conservador, eles repetiam o apoio aos protestos contra a presidente Dilma Rousseff e contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na avaliação dos membros da direita radial, os protestos de hoje atraíram cerca de três mil feirenses; para os críticos do movimento, não passaram de 500 pessoas.

A favor da Democracia

Observa-se que o feirense age com desconfiança ao verificar o elevado volume de notícias negativas referente ao governo Rousseff e ao ex-presidente Lula.

A população feirense prefere apoiar a democracia, com a escolha do governante através do sufrágio, do que entregar a troika de “honestos” peemedebistas – Michel Temer, Renan Calheiros e Eduardo Cunha – o poder da República.

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Sobre Carlos Augusto 9982 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).