Feira de Santana: na singela imagem de duas jovens abraçadas a uma árvore da Avenida Getúlio Vargas reside incontestável verdade: a sociedade quer ser ouvida

Jovens abraçam uma árvore. Em um gesto percebe-se o que existe de mais elevado nos valores da humanidade, a interindependência entre os seres vivos. Jovens abraçam uma árvore. No gesto percebe-se o que existe de mais elevado nos valores da humanidade, a interindependência entre os seres vivos.
Jovens abraçam uma árvore. Em um gesto percebe-se o que existe de mais elevado nos valores da humanidade, a interindependência entre os seres vivos. Jovens abraçam uma árvore. No gesto percebe-se o que existe de mais elevado nos valores da humanidade, a interindependência entre os seres vivos.
Jovens abraçam uma árvore. Em um gesto percebe-se o que existe de mais elevado nos valores da humanidade, a interindependência entre os seres vivos.
Jovens abraçam uma árvore. No gesto percebe-se o que existe de mais elevado nos valores da humanidade, a interindependência entre os seres vivos.

Movimentos sociais de Feira de Santana promoveram manifestação no sábado (22/08/2015). A manifestação foi em protesto contra a implantação do BRT (Bus Rapid Transit – Sistema de Transporte Público Rápido por Ônibus), e em decorrência da crise e paralisação do sistema de transporte público do município.  Eles cobraram, também, a construção do planejamento participativo do município.

A singela fotografia de duas jovens estudantes abraçado uma árvore envolta com a faixa branca, remete a uma série de valores fundamentais para a humanidade. O branco significa a paz; o abraço realizado entre duas pessoas, a união dos seres humanos por um propósito; o gesto em torno da árvore representa o entrelaçamento entre ser humano e a natureza; representa, também, a necessidade de coexistência da humanidade com outros seres vivos; além da dependência do ser humano com a natureza.

A imagem remete a uma consciência socioambiental despertada na juventude, e por fim, representa o desejo que a sociedade seja ouvida pelos que ocupam o poder, e realizam a gestão do recurso público.

Confira imagens do protesto

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Sobre Carlos Augusto 9976 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).