PT de São Paulo reivindica mandato da senadora Marta Suplicy na Justiça

Rui Falcão comenta que para o PT, o mandato pertence à legenda e não à chapa que elegeu Marta para o cargo de senadora.
Rui Falcão comenta que para o PT, o mandato pertence à legenda e não à chapa que elegeu Marta para o cargo de senadora.
Rui Falcão comenta que para o PT, o mandato pertence à legenda e não à chapa que elegeu Marta para o cargo de senadora.
Rui Falcão comenta que para o PT, o mandato pertence à legenda e não à chapa que elegeu Marta para o cargo de senadora.

O Diretório Estadual PT em São Paulo decidiu reivindicar na Justiça Eleitoral o mandato da senadora Marta Suplicy, que formalizou sua desfiliação da legenda, no mês passado. A decisão unanime foi divulgada nesta terça-feira (12/05/2015).

Para o PT, o mandato pertence à legenda e não à chapa que elegeu Marta para o cargo de senadora. O partido decidiu também requerer que o ex-deputado Paulo Frateschi, segundo suplente, assuma o posto.

“O PT nunca cerceou as atividades partidárias ou parlamentares da atual senadora, ao contrário disso, Marta Suplicy foi sucessivamente prestigiada ao longo dos anos, com o apoio da militância e das direções, sendo eleita deputada federal, prefeita, senadora e nomeada duas vezes ministra de Estado”, afirma, por meio de nota,o presidente do Diretório Estadual do PT-SP, Emidio de Souza.

Para o PT, o aperfeiçoamento da democracia passa pelo fortalecimento da fidelidade partidária e pelo “respeito à vontade do eleitor”. “Os projetos pessoais e as conveniências do oportunismo eleitoral não podem se sobrepor aos projetos coletivos, que lhe dão abrigo, e nem deformar a vontade do eleitor expressa nas urnas”, diz.

Íntegra da nota

“Em reunião realizada na segunda-feira (11) na sede do Diretório do PT-SP, a Comissão Executiva Estadual aprovou, por unanimidade dos presentes, requerer na Justiça Eleitoral o mandato da senadora Marta Suplicy.

Após sucessivas recusas em dialogar com a direção do PT sobre as razões de suas supostas insatisfações, Marta formalizou sua desfiliação do partido movida unicamente por interesses eleitorais e desmedido personalismo.

O PT nunca cerceou as atividades partidárias ou parlamentares da atual senadora, ao contrário disso, Marta Suplicy foi sucessivamente prestigiada ao longo dos anos, com o apoio da militância e das direções, sendo eleita deputada federal, prefeita, senadora e nomeada duas vezes ministra de Estado.

O aperfeiçoamento da nossa democracia passa pelo fortalecimento da fidelidade partidária e pelo respeito à vontade do eleitor. Os projetos pessoais e as conveniências do oportunismo eleitoral não podem se sobrepor aos projetos coletivos, que lhe dão abrigo, e nem deformar a vontade do eleitor expressa nas urnas.

São Paulo, 12 de maio de 2015.

Emidio de Souza

Presidente do Diretório Estadual PT-SP”

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