Na era do ‘empowerment’

O Empowerment, cujas raízes originam-se a partir da segunda metade do século XX, tem como princípio transferir para as pessoas o poder, a liberdade e a informação que lhes autorizam tomar decisões e tomar parte ativamente da organização.
O Empowerment, cujas raízes originam-se a partir da segunda metade do século XX, tem como princípio transferir para as pessoas o poder, a liberdade e a informação que lhes autorizam tomar decisões e tomar parte ativamente da organização.
O Empowerment, cujas raízes originam-se a partir da segunda metade do século XX, tem como princípio transferir para as pessoas o poder, a liberdade e a informação que lhes autorizam tomar decisões e tomar parte ativamente da organização.

O Empowerment, cujas raízes originam-se a partir da segunda metade do século XX, tem como princípio transferir para as pessoas o poder, a liberdade e a informação que lhes autorizam tomar decisões e tomar parte ativamente da organização. Atualmente as organizações utilizam equipes auto dirigidas e sistemas orgânicos de administração, culturas participativas e abertas na tentativa de disseminar e compartilhar o poder entre todos os seus componentes, abdicando do controle centralizado. Esta atitude é viável, promove rapidez, flexibilidade e capacidade de decisão da organização.

A maior dificuldade para um Gestor implantar o empowerment é encontrar um indivíduo com o perfil adequado para assumir esta responsabilidade, porque além de ser fundamental que este profissional seja uma pessoa bastante equilibrada, que realmente tenha capacidade suficiente para tomar decisões e criar novas estratégias, é necessário que também possua espírito de liderança, tecnicamente capacitado e, acima de tudo, ser moderado.

A importância da implantação do empowerment encontra-se diretamente relacionada com tomada de decisões imediatas e com ampla autonomia, competência e responsabilidade em todos os segmentos. Ao tomar esta decisão, a empresa consente que seus executivos foquem toda sua habilidade nas atividades mais críticas e de alta prioridade, dando-lhe oportunidade de crescer com a organização desenvolvendo suas habilidades profissionais e intelectuais.

Uma das maiores barreiras ou dificuldades de se implantar o empowerment é definida pelo seu caráter de delegação de poderes, o que impede amplamente a compreensão dos executivos e de todos que ocupam cargo de chefia, que geralmente por desconhecer este processo, julgam que haverá perda de poderes.

É indispensável, para o crescimento mais acelerado da organização, que todos os funcionários – ao contrario do Taylorismo onde só os gestores podiam decidir – participem dos processos decisórios e estratégicos da empresa, principalmente quando se fazem necessárias tomadas de decisões importantes que possam mudar de direção os rumos da organização.

Esta ferramenta possibilita, para a organização que a adota, um conjunto de forças agindo simultaneamente para otimizar as tomadas de decisões, possibilitando maior foco no cliente, minimizar custos, direção focada nas mesmas metas e objetivos da empresa, tomadas de decisões mais rápidas, execução da visão e missão da organização em curto espaço de tempo, planos, projetos e implementação de ações, entre outros.

Concluímos que este modelo eficiente, mas simples, melhora a qualidade dos procedimentos e atitudes, rapidez na execução de ações, oportunidade à novos talentos e implementação de tecnologias mais modernas. Podemos dizer também, que a postura optada pela organização em implantar o empowerment, possibilita as equipes se auto gerenciarem aumentando, desta forma, sua autoconfiança, proporcionada pela perspectiva de poderem atingir objetivos pré-estabelecidos e de superar metas, otimizando o ambiente de trabalho.

Sobre Alberto Peixoto 488 Artigos
Antonio Alberto de Oliveira Peixoto, nasceu em Feira de Santana, em 3 de setembro de 1950, é Bacharel em Administração de Empresas pela UNIFACS, e funcionário público lotado na Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, atua como articulista do Jornal Grande Bahia, escrevendo semanalmente, é escritor e tem entre as obras publicadas os livros de contos: 'Estórias que Deus Duvida', 'O Enterro da Sogra, 'Único Espermatozoide', 'Dasdores a Difícil Vida Fácil', participou da coletânea 'Bahia de Todos em Contos', Vol. III, através da editora Òmnira. Também atua incentivador da cultura nordestina, sendo conselheiro da Fundação Òmnira de Assistência Cultural e Comunitária, realizando atividades em favor de comunidades carentes de Salvador, Feira de Santana e Santo Antonio de Jesus. É Membro da Academia de Letras do Recôncavo (ALER), ocupando a cadeira de número 26. E-mail para contato: reyapeixoto@yahoo.com.br. Saiba mais sobre o autor visitando o endereço eletrônico http://www.albertopeixoto.com.br.