Filme ‘A Coleção Invisível’, de Bernard Attal é exibido gratuitamente em Cachoeira e Valença

Cena do filme filme 'A Coleção Invisível'.
Cena do filme filme 'A Coleção Invisível'.
Cena do filme filme 'A Coleção Invisível'.
Cena do filme filme ‘A Coleção Invisível’.

A intrigante história do filme ‘A Coleção Invisível’ terá novas plateias no interior baiano. No dia (28/05/2015), o longa será exibido na cidade de Cachoeira, no Recôncavo, onde tem sessão gratuita para a população, às 20h, no Cine Theatro Cachoeirano. Já no dia 29, a apresentação será na cidade de Valença, no Centro de Cultura Olivia Barradas, com sessão também gratuita, às 19h30. As exibições pelo interior contam com o apoio da Fundação Cultural do Estado da Bahia através do edital setorial de Audiovisual. Já foram contempladas as cidades de Ilhéus, Itabuna, Camacã, Buerarema, Itajuípe, Ipiaú, Uruçuca, Santo Amaro, Cruz das Almas, Santo Antonio de Jesus, Gandu, Eunápolis, e Porto Seguro.

Após a exibição, o diretor do filme, o francês radicado na Bahia, Bernard Attal participa de debates e estará disponível para entrevistas nas duas localidades. A Coleção Invisível é a adaptação de um conto do escritor austríaco Stefan Zweig, e tem como protagonistas o ator Walmor Chagas – no seu último papel para o cinema – e o baiano Vladimir Brichta. Ainda no elenco compõem Clarisse Abujamra, Paulo Cesar Peréio, Frank Menezes, Ludmila Rosa, Conceição Senna, Luisa Proserpio e João Lima.

O filme é passado na região cacaueira da Bahia, com locações nas cidades de Itajuípe, Itabuna, Ilhéus, Uruçuca e Barro Preto. Dirigido pelo, o filme conquistou até agora 14 premiações entre as quais as de Melhor Filme em Gramado, Lisboa, Bogotá, Nova Iorque, Nashville, Anápolis, Newport Beach e Paris.

A história original, que se passa na Alemanha dos anos 20, foi transposta por Bernard Attal para o Brasil contemporâneo. O protagonista é Beto (Vladimir Brichta), um playboy que tenta reerguer-se através de um negócio rápido, que o leva ao encontro de um colecionador de gravuras raras, numa cidade do interior. Nesta viagem, ele muda sua visão de mundo e a vida das pessoas com quem vai conviver na busca da “coleção invisível”.  Co-escrito por Bernard Attal, Sergio Machado e Iziane Mascarenhas, A Coleção Invisível é uma produção da Santa Luzia Filmes e Ondina Filmes, tem produção executiva de Diana Gurgel, fotografia de Matheus Rocha, direção de arte de Joãozito Pereira e figurino de Alexandre Guimarães. O longa tem 90 minutos e classificação de 14 anos.

Diretor

Bernard Attal nasceu na França e mora na Bahia há dez anos. Estudou cinema na New York University (NYU) antes de dirigir os curtas 29 Polegadas (2005), Ilha do Rato (2006) e A Bicicleta (2009) premiados em festivais no mundo inteiro. Em 2010, ele dirigiu Os Magníficos, documentário premiado pelo programa DOC-TV, que conta a história do declínio dos magnatas do cacau na Bahia e serviu como parte da pesquisa para A Coleção Invisível, seu primeiro longa-metragem.

Escritor

Stefan Zweig nasceu em Viena em 28 de novembro de 1881. Judeu, humanista, pacifista e crítico do nazi-fascismo, teve seus livros proibidos e queimados em praça pública. Em 1934 iniciou sua peregrinação pelo mundo, vivendo inicialmente na Inglaterra. Em 1940 mudou-se para o Brasil, país que o inspirou a escrever Brasil, país do futuro. Em Petrópolis finalizou sua autobiografia,O Mundo que Eu Vi e, em 23 de fevereiro de 1942 suicidou-se com a mulher. Zweig é o escritor de língua alemã mais lido no mundo.

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