Diretor de Eventos da Prefeitura de Feira de Santana processa por calúnia, injúria e difamação prefeito de São Gonçalo dos Campos

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Naron Vasconcelos processa Antônio Dessa Cardozo (Furão).
Naron Vasconcelos processa Antônio Dessa Cardozo (Furão).
Naron Vasconcelos processa Antônio Dessa Cardozo (Furão).
Naron Vasconcelos processa Antônio Dessa Cardozo (Furão).

A denúncia do prefeito de São Gonçalo dos Campos, Antônio Dessa Cardozo (Furão), informando que o diretor de Eventos da Prefeitura de Feira de Santana, Naron Vasconcelos, solicitou “propina” para que um trio elétrico pudesse tocar na micareta 2015 de Feira de Santana, resultou no ingresso de queixa-crime por parte de Naron contra o prefeito.

Em nota, Naron afirma que:

– A ação é por crime de calúnia, injúria e difamação, com base no Código Penal, artigos 132, 139, 140 e 141 – ofensa à dignidade ou decoro de alguém (acusação sem provas). Desejo com que a lei seja cumprida, ele seja condenado e se possa determinar as formas legais de reparação. –

Naron Vasconcelos explica que a queixa-crime foi protocolada na sexta-feira (30/04/2015), e deve ser apreciada pelo Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJBA).

Confira o teor da nota

Uma resposta à sociedade feirense 

Na condição de diretor de Eventos da Prefeitura de Feira de Santana, eu, Naron Vasconcelos, informo à sociedade feirense que, através dos meus advogados, ingressei na tarde desta sexta-feira (30) com queixa-crime contra o prefeito de São Gonçalo dos Campos, Antonio Dessa, mais conhecido como “Furão”. O registro foi feito no setor de distribuição do Fórum Desembargador Filinto Bastos mas a medida deverá ser apreciada pelo Tribunal de Justiça da Bahia, já que o prefeito possui foro privilegiado.

Durante a Micareta, o prefeito de São Gonçalo me acusou, em entrevistas concedidas para a imprensa, de cobrar a quantia de R$ 1.500,00 para que o trio de propriedade dele conduzisse o cantor Tuca Fernandes e banda em sua apresentação no circuito Maneca Ferreira.

A ação é por crime de calúnia, injúria e difamação, com base no Código Penal, artigos 132, 139, 140 e 141 – ofensa à dignidade ou decoro de alguém (acusação sem provas). Desejo com que a lei seja cumprida, ele seja condenado e se possa determinar as formas legais de reparação.

Nossos advogados juntaram toda a documentação pertinente e aguardamos que o Judiciário se manifeste.

Sou uma figura pública na cidade de Feira de Santana e tive a minha honra atacada sem que desse a mínima razão para tal, o que será constatado pela Justiça.

Naron Vasconcelos

Sobre Carlos Augusto 9611 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).