Usar serviço de táxi é sinônimo de economia

O aumento do combustível não é o único vilão para os donos de automóveis.
O aumento do combustível não é o único vilão para os donos de automóveis.
O aumento do combustível não é o único vilão para os donos de automóveis.
O aumento do combustível não é o único vilão para os donos de automóveis.

Ter um carro hoje em dia não é sinônimo de conforto e qualidade de vida. Além da questão econômica, é preciso levar em consideração o tempo gasto em engarrafamento e na segurança. A fundadora da Teletaxi Salvador, Maria Luiza Karam Driesel, destaca que para sair de carro é preciso redobrar a atenção, manter a calma e tentar fugir do stress.

O intenso fluxo de veículos no trânsito das grandes cidades e capitais, leva motoristas a passarem boa parte do dia presos em engarrafamentos. O stress é diário, mas existem alternativas para passar o tempo no trânsito e otimizar as atividades de trabalho. Programar atividades que possam ser prazerosas ou potencializar o tempo que passa preso no carro é uma medida para diminuir a frustração no trânsito.

De acordo com a empresária, o serviço dos taxistas é pensado não só para viabilizar e deslocamento, mas também para proporcionar atendimento e segurança. “Com o uso do táxi, o passageiro pode aproveitar o tempo no engarrafamento para olhar a agenda, enviar e-mails e resolver coisas por telefone”, conta a diretora.

Ela alerta que, por outro lado, se a própria pessoa estiver dirigindo o carro, pode se expor a vários riscos. “Inclusive há muitos registros de ocorrências de assaltos e até sequestros que aconteceram porque as pessoas estavam sozinhas no carro, distraídas falando no celular ou executando outra atividade enquanto foram abordadas em engarrafamentos e sinaleiras”, alerta Maria Luiza.

Gastos Gerais

Um carro popular avaliado em R$ 30 mil, por exemplo, chega a custar R$ 18,2 mil, no primeiro ano, ou R$ 50,08 por dia, se levado em conta despesas com seguro, IPVA, estacionamento, combustível, depreciação e custo de oportunidade (o dinheiro que o proprietário receberia se aplicasse o valor na poupança em vez de comprar um veículo). Se considerarmos eventuais lavagens, viagens de final de semana, pedágios, multas e estacionamentos avulsos que muitas vezes somos obrigados a pagar quando vamos a bares e restaurantes, a cifra fica ainda maior.

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