Um não a Democracia brasileira

Dilma Rousseff

Dilma Rousseff

A Democracia é um regime de governo onde as decisões políticas mais importantes, tem a participação do povo através dos seus representantes eleitos por meio do voto direto. A origem da palavra democracia vem do grego “demokiratia,” que significa povo e “kratos” que significa poder.  Neste sistema político o poder é desempenhado através do Presidente, ou Primeiro Ministro no caso do regime parlamentarista.

Infelizmente o que se viu no último domingo, dia 15, foi uma negação à Democracia. Os derrotados no último pleito não querem respeitar a decisão das urnas que garantiram a vitória para Dilma Rousseff, totalizando 51.455 dos votos válidos, contra 48.55 para o candidato derrotado. As urnas traduziram a vontade da nação.

Na realidade o que mais se viu nesta manifestação, foram fakes simulando protesto ao governo Dilma e a corrupção; um desfile fashion do tipo vitrine de boutique,com bandeiras, muita maquiagem e camisetas da CBF, uma das instituições mais corrupta do Brasil; algumas mulheres, vulgares por sinal, sem roupas, outras com os seios à mostra procurando a todo custo aparecerem nos jornais e telejornais. Estas atitudes caracterizaram um não à Democracia.

FHC saiu do governo ha 12 anos, mas sua visão autoritária e ante patriota, continua por trás das cortinas e das vidraças embaçadas, como fez Aécio Neves, a induzir pessoas sem o mínimo de conhecimento político a pedir a volta da ditadura. Além de ser um paradoxo é uma heresia política.

Questionado por alguns pseudos jornalistas do PIG o que se ouviu do general Adhemar da Costa Machado, foi que os militares não voltariam ao governo nunca mais, como também fez uma consideração sobre a vocação democrática do Exército brasileiro. O general complementou com uma observação que já seria uma máxima nas Forças Armadas, para o desgosto dos manifestantes, que os militares são um instrumento do Estado e a serviço de um governo eleito pelo voto “democraticamente”.

Na realidade o que se viu no dia 15 de março de 2015, foi um bando de fascistas, incitados por uma velha raposa burguesa, que não percebeu ainda que panelas não cabem nas urnas, portanto não podem ser computadas como votos”.

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About the Author

Alberto Peixoto
Antonio Alberto de Oliveira Peixoto, nasceu em Feira de Santana, em 3 de setembro de 1950, é Bacharel em Administração de Empresas pela UNIFACS, e funcionário público lotado na Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, atua como articulista do Jornal Grande Bahia, escrevendo semanalmente, é escritor e tem entre as obras publicadas os livros de contos: 'Estórias que Deus Duvida', 'O Enterro da Sogra, 'Único Espermatozoide', 'Dasdores a Difícil Vida Fácil', participou da coletânea 'Bahia de Todos em Contos', Vol. III, através da editora Òmnira. Também atua incentivador da cultura nordestina, sendo conselheiro da Fundação Òmnira de Assistência Cultural e Comunitária, realizando atividades em favor de comunidades carentes de Salvador, Feira de Santana e Santo Antonio de Jesus. É Membro da Academia de Letras do Recôncavo (ALER), ocupando a cadeira de número 26. E-mail para contato: [email protected] Saiba mais sobre o autor visitando o endereço eletrônico http://www.albertopeixoto.com.br.

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