Presidente da Associação Comercial e Empresarial de Feira de Santana critica gratuidade no sistema de transporte público

Marcelo Alexandrino de Souza critica gratuidade no sistema de transporte público.
Marcelo Alexandrino de Souza critica gratuidade no sistema de transporte público.
Marcelo Alexandrino de Souza critica gratuidade no sistema de transporte público.
Marcelo Alexandrino de Souza critica gratuidade no sistema de transporte público.

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Feira de Santana (ACEFS), Marcelo Alexandrino, comentou o aumento da passagem da tarifa do transporte coletivo da cidade de R$ 2,35 para R$ 2,70, que significa um aumento de 14,9%. A entidade tem representação no Conselho Municipal de Transportes e por isso o presidente esteve presente na reunião que culminou com o reajuste.

Marcelo Alexandrino fez questão de registrar em ata a insatisfação da classe empresarial no que diz respeito ao fechamento de ruas pelo movimento grevista dos rodoviários que aconteceu nos dois dias que antecederam o Natal. Ele destacou que trata-se de um dos principais períodos de movimentação no comércio, por conta das festas de fim de ano.

“É inadmissível o que aconteceu. Respeitamos o direito de greve dos funcionários das empresas do transporte coletivo, mas não podem fechar vias como as avenidas Getúlio Vargas e Senhor dos Passos. Entendo que foi uma leviandade impedir que as pessoas pudessem transitar, prejudicando sobremaneira o comércio de Feira de Santana, que é um dos principais patrocinadores financeiros do sistema de transporte público”, ressaltou o presidente.

Gratuidade 

Em ata foi também registrado a pedido da ACEFS que o grande volume de gratuidade tem onerado a tarifa. “Solicitamos então a revisão e que cada promotor dessa gratuidade entre financeiramente no sistema de transporte para desonerar as tarifas”, defendeu Marcelo Alexandrino. Ele citou como exemplo os funcionários dos Correios, que utilizam o sistema gratuitamente, mesmo sendo uma empresa pública e privada que cobra pelos seus serviços e, portanto, deveria entrar com contrapartida financeira.

Marcelo Alexandrino falou ainda sobre a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social com as gratuidades dos idosos e portadores de necessidades especiais, as secretarias de Educação estadual e municipal, com a meia passagem dos estudantes, assim como a Polícia Militar, que também é contemplada com a isenção do pagamento de tarifa. “Não somos contra a gratuidade, é preciso que se diga isso, somos a favor de que os promotores entrem com a contrapartida no sistema para equilibrar a tarifa”, ratificou.

Redação do Jornal Grande Bahia
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