Jardins filtrantes é solução para águas contaminadas em locais públicos

Parc Du Chemin de L'lle, em Nanterre, na França. Parte do parque foi transformada em zonas úmidas artificiais. Na entrada do local, uma sequência de piscinões filtram e despoluem a água bombeada do rio Sena para ser utilizada na manutenção do parque e nas hortas comunitárias. A água do Sena é transportada por meio de um parafuso de Arquimedes e, posteriormente, é purificada passando por sete tipos de piscinas dispostas em cascata, uma depois da outra. As plantas de cada piscina foram selecionados de acordo com as particularidades para a despoluição e filtragem e aprimoramento da qualidade da água.
Parc Du Chemin de L'lle, em Nanterre, na França. Parte do parque foi transformada em zonas úmidas artificiais. Na entrada do local, uma sequência de piscinões filtram e despoluem a água bombeada do rio Sena para ser utilizada na manutenção do parque e nas hortas comunitárias. A água do Sena é transportada por meio de um parafuso de Arquimedes e, posteriormente, é purificada passando por sete tipos de piscinas dispostas em cascata, uma depois da outra. As plantas de cada piscina foram selecionados de acordo com as particularidades para a despoluição e filtragem e aprimoramento da qualidade da água.
O Parc du Chemin de I'lle foi construído em um terreno marcado por uma forte presença industrial e de estradas e vias férreas. Localizado em Nanterre, na França, entre uma estrada, uma linha de trem, o Rio Sena e uma zona industrial, o parque de 14.5 hectares (145.000 metros quadrados) é parte de uma grande ação de revitalização urbana. Em fevereiro de 2006, o Conselho Geral de Hauts-de-Seine aprovou a construção do parque como parte do planejamento e ordenamento territorial e do projeto Sena Sustentável.
O Parc du Chemin de I’lle foi construído em um terreno marcado por uma forte presença industrial e de estradas e vias férreas. Localizado em Nanterre, na França, entre uma estrada, uma linha de trem, o Rio Sena e uma zona industrial, o parque de 14.5 hectares (145.000 metros quadrados) é parte de uma grande ação de revitalização urbana. Em fevereiro de 2006, o Conselho Geral de Hauts-de-Seine aprovou a construção do parque como parte do planejamento e ordenamento territorial e do projeto Sena Sustentável.
Parc Du Chemin de L'lle, em Nanterre, na França. Parte do parque foi transformada em zonas úmidas artificiais. Na entrada do local, uma sequência de piscinões filtram e despoluem a água bombeada do rio Sena para ser utilizada na manutenção do parque e nas hortas comunitárias. A água do Sena é transportada por meio de um parafuso de Arquimedes e, posteriormente, é purificada passando por sete tipos de piscinas dispostas em cascata, uma depois da outra. As plantas de cada piscina foram selecionados de acordo com as particularidades para a despoluição e filtragem e aprimoramento da qualidade da água.
Parc Du Chemin de L’lle, em Nanterre, na França. Parte do parque foi transformada em zonas úmidas artificiais. Na entrada do local, uma sequência de piscinões filtram e despoluem a água bombeada do rio Sena para ser utilizada na manutenção do parque e nas hortas comunitárias. A água do Sena é transportada por meio de um parafuso de Arquimedes e, posteriormente, é purificada passando por sete tipos de piscinas dispostas em cascata, uma depois da outra. As plantas de cada piscina foram selecionados de acordo com as particularidades para a despoluição e filtragem e aprimoramento da qualidade da água.

Referência em tratamento de esgoto na França, os jardins filtrantes parecem um parque público para quem passa desavisado pelo local. Eles servem como área de lazer, embelezam a cidade e, ao mesmo tempo, possuem uma função ambiental muito importante: diminuir a poluição do Rio Sena usando a capacidade de purificação da natureza.

O Parc Du Chemin de L’lle, idealizado por Thierry Jacquet e pela equipe da Phytorestore, foi implantado em uma área de um antigo depósito de lixo, próximo à margem do rio Sena. O projeto utiliza o parque para despoluir o rio através de um sistema de fitorestauração. Uma técnica aparentemente simples que pode trazer muitos benefícios para o meio ambiente.

O tratamento dos resíduos é feito por meio de uma sequência de jardins encantadores, formados por diversos tipos de plantas aquáticas. As paisagens parecem que saíram diretamente dos quadros impressionistas de Monet de tão belas! Cada jardim possui plantas com raízes capazes de absorver e filtrar determinados tipos de resíduos, promovendo assim uma etapa do processo de despoluição da água.

E ai você se pergunta, como as plantas sobrevivem depois de absorver tanta sujeira? As espécies de plantas utilizadas têm uma particularidade, elas não fazem bioacumulação. Ou seja, elas fazem com que toda a poluição seja tratada apenas nas raízes. Desta forma, não há substâncias ou poluição que cheguem aos tecidos e às contaminem.

Esse projeto é referência em todo o mundo, pois consegue devolver água rica em oxigênio ao rio, quase potável e recomendada apenas para banho. Além disso, com essa iniciativa surgiu uma nova solução inteligente para o caso que aflige cidades do mundo inteiro.

*Com informações da Odebrecht.

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Redação do Jornal Grande Bahia
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