Aprovado novo medicamento para hepatite C no Brasil

A hepatite C é uma doença infeciosa causada pelo vírus da hepatite C (VHC) que afeta sobretudo o fígado. A infecção é muitas vezes assintomática, embora a infeção crônica possa levar à fibrose do fígado, e pôr fim à cirrose, que normalmente só se manifesta passados vários anos. Em alguns casos, os indivíduos com cirrose contraem Insuficiência hepática ou cancro do fígado, podendo haver ainda complicações que representam risco imediato de vida, como varizes esofágicas ou gástricas.
A hepatite C é uma doença infeciosa causada pelo vírus da hepatite C (VHC) que afeta sobretudo o fígado. A infecção é muitas vezes assintomática, embora a infeção crônica possa levar à fibrose do fígado, e pôr fim à cirrose, que normalmente só se manifesta passados vários anos. Em alguns casos, os indivíduos com cirrose contraem Insuficiência hepática ou cancro do fígado, podendo haver ainda complicações que representam risco imediato de vida, como varizes esofágicas ou gástricas.
A hepatite C é uma doença infeciosa causada pelo vírus da hepatite C (VHC) que afeta sobretudo o fígado. A infecção é muitas vezes assintomática, embora a infeção crônica possa levar à fibrose do fígado, e pôr fim à cirrose, que normalmente só se manifesta passados vários anos. Em alguns casos, os indivíduos com cirrose contraem Insuficiência hepática ou cancro do fígado, podendo haver ainda complicações que representam risco imediato de vida, como varizes esofágicas ou gástricas.
A hepatite C é uma doença infeciosa causada pelo vírus da hepatite C (VHC) que afeta sobretudo o fígado. A infecção é muitas vezes assintomática, embora a infeção crônica possa levar à fibrose do fígado, e pôr fim à cirrose, que normalmente só se manifesta passados vários anos. Em alguns casos, os indivíduos com cirrose contraem Insuficiência hepática ou cancro do fígado, podendo haver ainda complicações que representam risco imediato de vida, como varizes esofágicas ou gástricas.

O Ministério da Saúde aprovou a autorização para comercialização do medicamento Daklinza (daclatasvir) no Brasil para tratamento de infecção crônica da hepatite C. Tal medicamento possibilita um período de tratamento menor (12 ou 24 semanas) em comparação ao período de 48 semanas de tratamento com regimes à base de interferon e ribavirina.

A informação chama a atenção da deputada estadual Graça Pimenta (PMDB), profissional de saúde e vice-presidente da Comissão de Saúde e Saneamento da Assembleia Legislativa (AL). “Saber que vai existir mais essa opção para o tratamento da hepatite C no país muito me alegra, visto que esta doença grave atinge cerca de 50 mil pacientes que não respondem bem ao tratamento disponível na rede pública atualmente. Torço para que o uso desse novo medicamento na rede pública seja iniciado dentro do prazo estipulado”, afirma a parlamentar.

Este é o primeiro inibidor pan-genotípico do complexo NS5A aprovado no país que permite o uso em combinação com outros medicamentos para o tratamento de infecção crônica pelos genótipos 1, 2, 3 e 4 do vírus da hepatite C (HCV) em adultos. De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil é um dos primeiros países do mundo a implantar a nova geração de medicamentos para as hepatites virais e também foi um dos pioneiros na implantação dos medicamentos inibidores de protease.

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