Governador eleito apresenta proposta de reforma administrativa com previsão de economia de R$ 200 milhões

Governador eleito Rui Costa explica que a reforma administrativa moderniza o Estado e prevê redução do número de secretarias, corte de cargos e economia de R$ 200 milhões. As mudanças na estrutura irão valorizar o interior do Estado, com duas secretarias voltadas para este objetivo: Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS) e de Desenvolvimento Rural (SDR).
Governador eleito Rui Costa explica que a reforma administrativa moderniza o Estado e prevê redução do número de secretarias, corte de cargos e economia de R$ 200 milhões. As mudanças na estrutura irão valorizar o interior do Estado, com duas secretarias voltadas para este objetivo: Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS) e de Desenvolvimento Rural (SDR).
Governador eleito Rui Costa explica que a reforma administrativa moderniza o Estado e prevê redução do número de secretarias, corte de cargos e economia de R$ 200 milhões. As mudanças na estrutura irão valorizar o interior do Estado, com duas secretarias voltadas para este objetivo: Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS) e de Desenvolvimento Rural (SDR).
Governador eleito Rui Costa explica que a reforma administrativa moderniza o Estado e prevê redução do número de secretarias, corte de cargos e economia de R$ 200 milhões. As mudanças na estrutura irão valorizar o interior do Estado, com duas secretarias voltadas para este objetivo: Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS) e de Desenvolvimento Rural (SDR).

Redução do número de secretarias estaduais, que passam das atuais 27 para 24, reestruturação do Derba, Bahiatursa, EBDA e Ebal, corte de 1.694  cargos no setor público e uma economia estimada de R$ 200 milhões são os principais avanços promovidos pela reforma administrativa proposta pelo governador eleito da Bahia, Rui Costa. As mudanças serão encaminhadas à aprovação da Assembleia Legislativa por meio de projeto de lei submetido nesta segunda-feira (01/12/2014), conforme acordado com a atual gestão.

Pautada na busca por resultados e na modernização do Estado, a reforma prevê a qualificação da gestão, através de indicadores e metas; o reforço nos controles internos das pastas e a eliminação de sombreamentos. O objetivo é o fortalecimento das áreas finalísticas, como Saúde, Segurança e Educação, replicando, inclusive, o padrão do SAC – Serviço de Atendimento ao Cidadão, nessas áreas.

Com a reforma, o novo governo pretende aprofundar as conquistas da gestão do governador Jaques Wagner, mantendo o foco na qualidade do serviço, na qualificação do gasto público e na redução das desigualdades sociais, vertentes já desenvolvidas ao longo dos últimos oito anos.

As novas medidas resultam da experiência adquirida na atual gestão e do compromisso de Rui Costa com as propostas do Programa de Governo Participativo. A reestruturação da máquina e a economia estimada serão consequências das medidas de racionalização, envolvendo principalmente a revisão dos processos e a eliminação do sombreamento de competências.

O que muda na estrutura

O pressuposto da reforma é a busca por uma máquina administrativa mais ágil, moderna e eficiente, ressaltou o coordenador da equipe de transição, secretário da Fazenda, Manoel Vitório. Entre os destaques, neste sentido, está o enxugamento na estrutura do Estado, que não será feito de forma linear, mas envolverá a extinção de seis secretarias, com a contrapartida da criação de três novas, em sintonia com as prioridades do governo e um alinhamento com as políticas públicas do governo federal.

Para fortalecer a atuação do governo, sobretudo no interior do estado, serão criadas as secretarias de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS) e a de Desenvolvimento Rural (SDR). Além disso, as secretarias da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos e a de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza darão origem a Secretaria de Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SDHDS), o que aproximará as políticas de direitos humanos da execução das ações de desenvolvimento social, voltadas a promoção da inclusão e cidadania.

A Sedir dá lugar a SDR, que nasce com funções ampliadas e o foco na agricultura familiar. Com a extinção da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), suas funções passam a ser desenvolvidas pela Secretaria de Relações Institucionais.

Já as ações da Secretaria da Indústria Naval e Portuária serão executadas pela Secretaria de Infraestrutura (Seinfra). A Secretaria para Assuntos da Copa (Secopa) encerra as atividades por já ter cumprido sua finalidade.

As mudanças na estrutura incluirão, ainda, a readequação da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), da Empresa de Turismo da Bahia S.A (Bahiatursa) e do Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba), que serão transformados em órgãos em regime especial, com vinculações, respectivamente, à nova SDR, à Secretaria de Turismo (Setur) e Seinfra. A EBDA passa a se chamar Bahiater.

Através do projeto de lei a ser encaminhado à Assembleia, o Estado propõe a alienação das suas cotas na constituição societária da Empresa Baiana de Alimentos S.A (Ebal), mediante realização de estudo técnico que demonstre o modelo e a forma para viabilizar a proposição. Já o Instituto Mauá passa a integrar a estrutura da SETRE. E a  Superintendência de Construções Administrativas da Bahia (Sucab) será extinta, tendo funções absorvidas pela Conder e por secretarias estaduais.

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