Dezenas de idosos participaram da caminhada realizada pelo projeto Viver Melhor

Comemoração do Programa Viver Melhor com caminhada na orla de Salvador.
Comemoração do Programa Viver Melhor com caminhada na orla de Salvador.
Comemoração do Programa Viver Melhor com caminhada na orla de Salvador.
Comemoração do Programa Viver Melhor com caminhada na orla de Salvador.

Dezenas de idosos participaram na manhã desta sexta-feira (07/11/2014) da caminhada realizada pelo projeto Viver Melhor, desenvolvido por policiais da Base Comunitária de Segurança (BCS) do Nordeste de Amaralina, em Salvador, tendo como ponto de partida o Largo das Baianas, em Amaralina. Antes de caminhar até a Pituba, os idosos aferiram a pressão arterial, fizeram teste de glicemia, tomaram um café da manhã caprichado, se alongaram e aqueceram.

Ao todo, 140 pessoas, 80% da terceira idade, participam da iniciativa. De acordo com a coordenadora do projeto, soldado PM Iza Carla Machado, as atividades são realizadas três vezes por semana (segunda, quarta e sexta-feira), no Instituto Social Semear de Amaralina, localizado na Chácara Betel, Chapada do Rio Vermelho. “Trabalhamos com todo o tipo de atividade física para a melhoria da qualidade de vida dos participantes, como alongamento, trabalho de força, resistência. A metodologia é voltada para a terceira idade”.

Há apenas dois meses usufruindo da iniciativa, a dona de casa Josefa Morais, 60 anos, mora na Vasco da Gama, mas não mede esforços para ir até a Chapada do Rio Vermelho participar da atividade. “Me sinto mais enérgica, com mais vontade de trabalhar, subir escada. Coisas que, antes, eu tinha dificuldade [de fazer]. Hoje em dia, eu me sinto bem melhor”.

A maioria dos participantes é do sexo feminino, mas alguns homens também procuram o projeto em busca de qualidade de vida. O casal de aposentados Antônio Alcântara Barros, 77, e Celina Alves Barros, 75, participam do Viver Melhor há um ano e meio, quando a ação começou a ser realizada pela BCS. “Sentia muita dor nos ossos, muita dor nas pernas. Na verdade, de manhã, quando eu levantava, era toda entrevada. E, depois da ginástica, eu sou outra. Não sinto dores, nem cansaço físico, nada”, disse ela.

Já Alcântara, que é militar da reserva, afirmou que após participar das atividades, pôde realizar atividades cotidianas como calçar os sapatos. “Este projeto é ótimo. Não tem mais negócio de junta ficar dura. Em breve, estarei jogando capoeira. Melhorou meu apetite, [o funcionamento do] meu intestino”.

*Com informação: Secom

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