Brasil é exemplo na execução e elaboração de programa sociais

Martínez Solimán, chefe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.
Martínez Solimán, chefe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.
Martínez Solimán, chefe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.
Martínez Solimán, chefe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

Para chefe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, muitos países se espelham nos êxitos das políticas sociais do Brasil.

O diretor do Escritório de Apoio a Políticas e Programas do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Magdy Martínez-Solimán, afirmou que o Brasil se tornou referência para outros países na redução das desigualdades e no combate à fome.

“Brasil é um país de extraordinária importância pelos êxitos que alcançou internamente e também como uma referência para outros países, sobretudo para países grandes de renda média que se espelham nos êxitos das políticas sociais do Brasil para conseguir resultados similares”, declarou Solimán.

A afirmação de Magdy foi concedida durante entrevista ao Blog do Planalto. Ele está participando do I Seminário Internacional Mundo Sem Pobreza (WWP na sigla em inglês).

“Se você analisa a última década, a produção de empregos em torno dos 20 milhões é absolutamente incomparável, só a China pode se comparar com o Brasil nesse registro”, complementou o diretor.

Martínez-Solimán apontou a duplicação do salário mínimo como feito histórico e um dos principais indutores da redução das desigualdades. Ressaltou também que o fato de o Brasil ter praticamente alcançado os Objetivos do Milênio em menos de uma geração tornou o País objeto das atenções de outras nações com problemas similares.

“Isso é extraordinariamente difícil de fazer, mas foi feito; foi feito no Brasil e é um grande êxito para o País e é um grande êxito para o mundo”, disse Solimán.

Como desafio futuro, ele apontou a necessidade do País em manter o foco de conquistar objetivos quanto à erradicação total da pobreza, à redução da desigualdade, à eliminação de fome, à proteção do meio ambiente e à questão da água e saneamento

“Tem que aumentar o volume de sustentabilidade e o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono, e no desafio da sustentabilidade, a redução de desigualdades dentro dos países e entre países é, eu creio, o desafio fundamental para o futuro, para a agenda pós 2015”, finalizou.

*Com informação do Portal Brasil.

Redação do Jornal Grande Bahia
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