Aécio Neves: embusteiro e fanfarrão

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Presidenta Dilma em Feira de Santana Foto: Apeixoto
Presidenta Dilma em Feira de Santana Foto: Apeixoto
Presidenta Dilma em Feira de Santana Foto: Apeixoto
Presidenta Dilma em Feira de Santana
Foto: Apeixoto

O eleitor brasileiro se acostumou a seguir para as urnas e depositar o seu voto, mas não aprendeu a acompanhar o trabalho do candidato eleito por ele, dando margem à corrupção. No primeiro turno das eleições presidenciais – 2014 – tivemos entre os presidenciáveis, representantes de esquerda, direita, do movimento gay e usuários de maconha cruzando em batalha quase campal, com representantes das diversas correntes protestantes.

No entanto o que mais chamou a atenção das pessoas nos telejornais e em todos os segmentos da mídia foram os debates do segundo turno, onde o candidato Aécio Neves, fanfarrão e que não leva nada a sério, com seu cinismo, dissimulado e fresco, tenta confundir os telespectadores, procurando transformar as respostas da sua oponente em arma para fortalecer o “enrolechan” por ele aplicado. Não respondeu a metade das questões a ele formuladas.

Aécio Neves, além de embusteiro e entreguista privatista, em diversos momentos se mostrou machista, não só no debate, como em todo o momento da sua campanha, sempre defendendo a privatização de estatais, principalmente a Petrobrás, o que até já foi divulgado em umas destas revistas da “Aldeia Global” – coisa de índio bocó – seria a primeira a ser privatizada, dizendo melhor, entregue ao capital estrangeiro, com certeza aos americanos. Banco do Brasil, Caixa Econômica e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES – seriam as próximas a compor mais um capítulo da “Privataria Tucana”.

Mesmo assim, este Brasil ainda é o país dos sonhos dos honestos, dos que querem deixar para seus filhos uma pátria sem as escórias da corrupção, que hoje abraça toda a esfera do segmento político do país. Esperamos que no dia 26 de outubro de 2014, o candidato embusteiro e fanfarrão, volte em sua caminhada para a terra do nada de onde nunca deveria ter saído.

Sobre Alberto Peixoto 488 Artigos
Antonio Alberto de Oliveira Peixoto, nasceu em Feira de Santana, em 3 de setembro de 1950, é Bacharel em Administração de Empresas pela UNIFACS, e funcionário público lotado na Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, atua como articulista do Jornal Grande Bahia, escrevendo semanalmente, é escritor e tem entre as obras publicadas os livros de contos: 'Estórias que Deus Dúvida', 'O Enterro da Sogra, 'Único Espermatozóide', 'Dasdores a Difícil Vida Fácil', participou da coletânea 'Bahia de Todos em Contos', Vol. III, através da editora Òmnira. Também atua como incentivador da cultura nordestina, sendo conselheiro da Fundação Òmnira de Assistência Cultural e Comunitária, realizando atividades em favor de comunidades carentes de Salvador, Feira de Santana e Santo Antônio de Jesus. É Membro da Academia de Letras do Recôncavo (ALER), ocupando a cadeira de número 26. E-mail para contato: reyapeixoto@yahoo.com.br.