Eleições 2014 | MPF convida cidadão a auxiliar na fiscalização

Página na Internet da "Campanha por uma disputa justa".
Página na Internet da "Campanha por uma disputa justa".
Página na Internet da "Campanha por uma disputa justa".
Página na Internet da “Campanha por uma disputa justa”.

O procurador-geral Eleitoral e procurador-geral da República, Rodrigo Janot, destacou, nesta sexta-feira, 8 de agosto de 2014, a importância da participação do eleitor na fiscalização das eleições de 2014. Com a aproximação do pleito, o Ministério Público Federal (MPF) lançou campanha publicitária com o slogan “por uma disputa justa”, para chamar a atenção da sociedade sobre as regras do processo eleitoral e mostrar que os procuradores atuam para garantir o bom andamento das eleições.

“Queremos focar no eleitor, despertar nele o interesse de exercer a cidadania e ajudar no equilíbrio da disputa, para que possamos, ao final, chegar a um resultado democraticamente  perfeito”, sustentou Janot, que complementou: “o Ministério Público não tem condição de estar o tempo todo em todo lugar e, por isso, buscamos o engajamento do eleitor na fiscalização das regras do processo eleitoral.”

Desde abril, o MPF iniciou um diálogo com os atores que participam do processo eleitoral, envolvendo partidos políticos, sociedade civil, imprensa, empresários, apresentando as regras das eleições e o papel do Ministério Público. A campanha apresenta a necessidade de garantir a isonomia, a igualdade e o equilíbrio da disputa, fundamentais para preservação do direito de escolha de cada um e o respeito à vontade da maioria.

“O nosso esforço, nessas eleições, está direcionado a três garantias: que os candidatos disponham de igualdade nas condições de disputa; que eles tenham plena liberdade de exteriorizar suas ideias, o que é fundamental para que o eleitor esteja informado; e, também, que esse pleito seja realizado com plena segurança”, enumerou o vice-procurador geral Eleitoral, Eugênio Aragão.

Por uma disputa justa – Pelas peças publicitárias, que incluem vídeos para televisão, spots de rádio e anúncios para mídia impressa, o eleitor poderá identificar irregularidades como abuso de poder, uso da máquina pública e financiamento irregular de campanhas. “Essa é uma campanha sobretudo de caráter educativo, que manda a mensagem para a sociedade de que todos nós somos responsáveis por garantir um pleito justo dentro da legalidade”, complementou Aragão.

Para conhecer as peças produzidas pela Secretaria de Comunicação do MPF, acesse o site da Procuradoria Geral Eleitoral (http://eleitoral.mpf.mp.br/).

Confira também: http://www.mpf.mp.br/pge/noticias/eleitoral/campanha-mpf-por-uma-disputa-justa/

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Sobre Carlos Augusto 9615 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).