Inflação está sob controle e ficará dentro da meta deste ano, afirma Alexandre Tombini, presidente do BC

Alexandre Tombini: "A inflação mensal ao consumidor se encontra em patamar baixo e deve permanecer bem comportada nos próximos meses".
Alexandre Tombini: "A inflação mensal ao consumidor se encontra em patamar baixo e deve permanecer bem comportada nos próximos meses".
Alexandre Tombini: "A inflação mensal ao consumidor se encontra em patamar baixo e deve permanecer bem comportada nos próximos meses".
Alexandre Tombini: “A inflação mensal ao consumidor se encontra em patamar baixo e deve permanecer bem comportada nos próximos meses”.

A inflação está sob controle e encerrará o exercício de 2014 respeitando os limites estabelecidos no âmbito do regime de metas, garante o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. “A inflação mensal ao consumidor se encontra em patamar baixo e deve permanecer bem comportada nos próximos meses”, disse ele, em entrevista à Conexão Real, órgão de comunicação interna do Banco Central.

Segundo Tombini, as deflações nos índices gerais de preços observadas recentemente tendem a se refletir com mais intensidade nos preços ao consumidor. Mesmo assim, a inflação acumulada em 12 meses deve permanecer ainda em patamar elevado, em parte, reflexo do choque de preços dos alimentos no início do ano, concentrado em março, e, em parte, reflexo do realinhamento de preços relativos que ocorre na economia brasileira.

Ele observou ainda que o choque de preços de alimentos está se dissipando e revertendo as altas anteriores, inclusive com registro de redução de preços no atacado, que começa a se traduzir em beneficio para o consumidor.

Para Tombini, se mantidas as atuais condições monetárias, a inflação tende a entrar em trajetória de convergência para a meta ao longo do horizonte relevante para a política monetária.

Preços relativos

No que diz respeito ao realimento de preços relativos, há dois processos que ocorrem simultaneamente, explicou o presidente do Banco Central. O primeiro é o realinhamento das taxas de câmbio de moedas de economias emergentes e avançadas, no caso do Brasil, movimento observado nos últimos dois anos. O segundo, é o realinhamento entre os preços administrados e os preços livres, ora em curso.

De acordo com Tombini, ajustes de preços relativos são frequentes e têm impactos diretos sobre a inflação, mas cabe à política monetária conter os efeitos de segunda ordem deles decorrentes.

Atuação do Banco Central

Alexandre Tombini lembrou que, para combater essas e outras pressões de preços, as condições monetárias foram apertadas, mas os efeitos da elevação da taxa Selic sobre a inflação, em parte, ainda estão por se materializar.

“De todo modo, em momentos como o atual, onde a inflação acumulada em 12 meses ainda mostra resistência, a política monetária deve se manter vigilante para mitigar riscos”, alertou.

O presidente do Banco Central voltou a afirmar que, mantidas as condições monetárias, a inflação tende a entrar em trajetória de convergência para a meta ao longo do horizonte relevante para a política monetária.

Com informações do Portal Brasil e do Banco Central.

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