Em entrevista, presidenta Dilma Rousseff define estratégia política do Brasil como a construção de um mundo multipolar, mais justo e igualitário

Dilma Rousseff: “Nosso ativismo não deve ser confundido, no entanto, com o exercício de poder hegemônico ou o desejo de dominação. Tampouco deve ser visto como uma opção estratégica contrária ao interesse de outros países. A força do nosso projeto é o seu potencial positivo de transformação do sistema internacional, que queremos mais justo e igualitário”.
Dilma Rousseff: “Nosso ativismo não deve ser confundido, no entanto, com o exercício de poder hegemônico ou o desejo de dominação. Tampouco deve ser visto como uma opção estratégica contrária ao interesse de outros países. A força do nosso projeto é o seu potencial positivo de transformação do sistema internacional, que queremos mais justo e igualitário”.
Dilma Rousseff: “Vivemos também tempos de grandes oportunidades, com o acelerado avanço de novas tecnologias, a multiplicação do comércio e as possibilidades de reorganização do sistema internacional em termos mais democráticos e equitativos. Em tal conjuntura, nossos países têm a obrigação de se manifestar, de se fazer escutar, de atuar. (…) Fomos responsáveis pela mitigação dos efeitos da crise financeira global, e pelo sustentado crescimento da economia mundial desde então.”.
Dilma Rousseff: “Vivemos também tempos de grandes oportunidades, com o acelerado avanço de novas tecnologias, a multiplicação do comércio e as possibilidades de reorganização do sistema internacional em termos mais democráticos e equitativos. Em tal conjuntura, nossos países têm a obrigação de se manifestar, de se fazer escutar, de atuar. (…) Fomos responsáveis pela mitigação dos efeitos da crise financeira global, e pelo sustentado crescimento da economia mundial desde então.”.
Dilma Rousseff: “Nosso projeto de desenvolvimento nacional vem priorizando, nos últimos anos, os setores mais pobres da população, por meio de programas de distribuição de renda, do aumento dos salários, da geração de empregos e da assistência aos segmentos mais vulneráveis da sociedade. Temos também zelado pela responsabilidade fiscal e investido intensamente na melhora de nossas infraestruturas, para garantir um crescimento de longo prazo”.
Dilma Rousseff: “Nosso projeto de desenvolvimento nacional vem priorizando, nos últimos anos, os setores mais pobres da população, por meio de programas de distribuição de renda, do aumento dos salários, da geração de empregos e da assistência aos segmentos mais vulneráveis da sociedade. Temos também zelado pela responsabilidade fiscal e investido intensamente na melhora de nossas infraestruturas, para garantir um crescimento de longo prazo”.
Dilma Rousseff: “Nosso ativismo não deve ser confundido, no entanto, com o exercício de poder hegemônico ou o desejo de dominação. Tampouco deve ser visto como uma opção estratégica contrária ao interesse de outros países. A força do nosso projeto é o seu potencial positivo de transformação do sistema internacional, que queremos mais justo e igualitário”.
Dilma Rousseff: “Nosso ativismo não deve ser confundido, no entanto, com o exercício de poder hegemônico ou o desejo de dominação. Tampouco deve ser visto como uma opção estratégica contrária ao interesse de outros países. A força do nosso projeto é o seu potencial positivo de transformação do sistema internacional, que queremos mais justo e igualitário”.

Em coletiva após a plenária da VI Cúpula dos Brics, ontem (15/07/2014), evento que ocorre em Fortaleza, a presidenta Dilma Rousseff tratou sobre acordos entre os países e destacou criação do novo banco de desenvolvimento, o New Development Bank (NDB), e o fundo de reservas, o Contingency Reserve Arrangement (CRA).

Em resposta à pergunta sobre novo banco e fundo fazerem frente ao FMI e Banco Mundial, a presidenta afirmou que as duas instituições criadas não são contra ninguém, mas a favor dos próprios Brics. Dilma garantiu que o banco e o arranjo contingente olharão com atenção para países em desenvolvimento, com regras bastante claras e firmes a respeito da sustentabilidade econômicas das instituições.

Ainda de acordo com a presidenta Dilma, foi justo a presidência do Banco dos Brics ter ficado com a Índia, que propôs a criação da instituição; a segunda presidência será do Brasil. O banco foi fruto de um grande consenso e terá um novo imenso poder de alavancar recursos, apontou. Sobre a sede em Xangai, Dilma disse que o primeiro-ministro da China, Xi Jinping, está empenhado em definir um local o mais cedo possível.

Confira os principais trechos da entrevista.

Crescimento econômico

Dilma apontou que os Brics, apesar de uma desaceleração do crescimento, em parte devido aos efeitos da crise internacional, não perderam seu dinamismo e estão contribuindo para o crescimento mundial. A presidenta afirmou que, infelizmente, a recuperação das economias desenvolvidas tem sido modesta.

FMI

A exigência de mudanças no FMI é antiga e já foi tratada diversas vezes durante reuniões do G-20. Para Dilma, a mudança permanece na pauta. Ela considera que o novo Banco dos Brics reflete um novo mundo que pode e deve ter várias instituições multilaterais.

“É um sinal dos tempos. O tempo que nós vivemos exigem este novo arcabouço”, defendeu Dilma.

A presidenta salientou que a criação de novas instituições contribui para a estabilidade do sistema como um todo, prevenindo volatilidade cambial e garantindo desenvolvimento sustentável.

China

Dilma destaca que a distribuição igualitária das cotas do Banco previne que haja hegemonia de certos países, como ocorre no caso de outras instituições. A presidenta ressaltou que a China em nenhum momento quis se mostrar hegemônica, apesar de seu maior peso econômico. Além disso, Dilma lembrou que o Brasil e a Rússia também são grandes detentores de reservas, o que previne disputas internas. De acordo com a presidenta, o grupo está tentando aprender com a história, citando o acordo de Bretton Woods.

Governança internacional

Dilma disse que a reunião dos Brics abordou a questão da governança internacional e das crises regionais. Ela pediu mais harmonia de nações em direção à paz e a necessidade de priorizar o diálogo na resolução de conflitos. Para a presidenta, os conflitos evidenciam a necessidade do Conselho de Segurança da ONU ser um órgão com mais representatividade.

Sustentabilidade

A presidenta reiterou o comprometimento dos Brics com o desenvolvimento sustentável. Conforme Dilma, os Brics passam a ter uma política de preservação do meio ambiente, dentro dos princípios da Rio+20: crescer, incluir, conservar e proteger.

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