Eleições 2014: senador Randolfe Rodrigues desiste de pré-candidatura à Presidência da República pelo PSOL e fala em ofensiva conservadora

Randolfe Rodrigues: “As forças progressistas estão divididas. Eu não consegui unir o partido. Os modelos tradicionais de partido e movimentos sociais estão em xeque. Por isso, eu acho que o PSOL tem que estar à altura de novos desafios. A principal figura para liderar isso seria o deputado Marcelo Freixo. Apresentaríamos uma candidatura com chance de chegar a 10% dos votos e alterar o cenário eleitoral. Acho que o Marcelo poderia fazer o PSTU, o PCB e os outros partidos de esquerda reverem suas posições de lançarem candidaturas próprias”.
Randolfe Rodrigues: “As forças progressistas estão divididas. Eu não consegui unir o partido. Os modelos tradicionais de partido e movimentos sociais estão em xeque. Por isso, eu acho que o PSOL tem que estar à altura de novos desafios. A principal figura para liderar isso seria o deputado Marcelo Freixo. Apresentaríamos uma candidatura com chance de chegar a 10% dos votos e alterar o cenário eleitoral. Acho que o Marcelo poderia fazer o PSTU, o PCB e os outros partidos de esquerda reverem suas posições de lançarem candidaturas próprias”.
Randolfe Rodrigues: “As forças progressistas estão divididas. Eu não consegui unir o partido. Os modelos tradicionais de partido e movimentos sociais estão em xeque. Por isso, eu acho que o PSOL tem que estar à altura de novos desafios. A principal figura para liderar isso seria o deputado Marcelo Freixo. Apresentaríamos uma candidatura com chance de chegar a 10% dos votos e alterar o cenário eleitoral. Acho que o Marcelo poderia fazer o PSTU, o PCB e os outros partidos de esquerda reverem suas posições de lançarem candidaturas próprias”.
Randolfe Rodrigues: “As forças progressistas estão divididas. Eu não consegui unir o partido. Os modelos tradicionais de partido e movimentos sociais estão em xeque. Por isso, eu acho que o PSOL tem que estar à altura de novos desafios. A principal figura para liderar isso seria o deputado Marcelo Freixo. Apresentaríamos uma candidatura com chance de chegar a 10% dos votos e alterar o cenário eleitoral. Acho que o Marcelo poderia fazer o PSTU, o PCB e os outros partidos de esquerda reverem suas posições de lançarem candidaturas próprias”.

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) anunciou, nesta sexta-feira (13/06/2014), que não vai mais disputar a Presidência pelo partido nas eleições de 2014. Com isso, a Direção Nacional do PSOL comunicou que a ex-deputada federal Luciana Genro será a pré-candidata à Presidência da República pelo partido.

A oficialização de Luciana Genro como opção para disputar a Presidência no lugar do senador Randolfe Rodrigues deve ocorrer na Convenção Nacional do PSOL, nos dias 21 e 22 de junho, em Brasília. Rodrigues disse que vai apoiar a colega de partido, mas que o PSOL não tem um nome mais forte que o de Marcelo Freixo para a disputa.

Confira a Nota do PSOL sobre candidatura à Presidência da República

A Direção Nacional do PSOL foi informada pelo senador Randolfe Rodrigues, pré-candidato à Presidência da República escolhido no seu IV Congresso Nacional, realizado em dezembro de 2013, de que ele não está mais disponível para o cumprimento desta tarefa partidária.

Sua desistência estaria vinculada à necessidade de construir uma alternativa política contra o retorno das forças conservadoras no estado do Amapá, unidade da federação pela qual elegeu-se senador.

Sua opção representa um prejuízo na construção de uma alternativa de esquerda nestas eleições. Nossa tarefa é apresentar um programa de mudanças sociais reivindicada pelo povo brasileiro que ocupou as ruas em junho passado, cujas demandas não encontram guarida nas candidaturas dos partidos da ordem.

Portanto, ciosos da responsabilidade do PSOL, e consultando as principais lideranças partidárias, registramos nossa certeza de que a Convenção Nacional do PSOL, que se realizará nos próximos dias 21 e 22 de junho, em Brasília, aprovará o nome da companheira Luciana Genro, ex-deputada federal, como nossa candidata à Presidência da República. Agindo assim, o PSOL manterá a campanha no mesmo rumo que vínhamos trilhando e permitirá ao povo brasileiro o direito de escolher uma real alternativa de esquerda e socialista nestas eleições.

Luiz Araújo

Presidente Nacional do PSOL

Brasília, 13 de junho de 2014

*Com informações da Carta Capital

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