Um dos mais destacados intelectuais do governo, Marcelo Neri diz que modelo de desenvolvimento do Brasil é centrado na população e promove diminuição da desigualdade

As comissões de Finanças e Tributação (CFT), de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) e de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC) realizam o seminário “A situação da Economia Brasileira”. Ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Marcelo Neri.
As comissões de Finanças e Tributação (CFT), de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) e de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC) realizam o seminário “A situação da Economia Brasileira”. Ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Marcelo Neri.
As comissões de Finanças e Tributação (CFT), de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) e de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC) realizam o seminário “A situação da Economia Brasileira”. Ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Marcelo Neri.
As comissões de Finanças e Tributação (CFT), de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) e de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC) realizam o seminário “A situação da Economia Brasileira”. Ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Marcelo Neri.

O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Marcelo Neri, que também é presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), defendeu nesta terça-feira (29/04/2014) o modelo de desenvolvimento econômico do País, “que escolheu um caminho menos desenvolvimentista e mais centrado na população”.

“Escolhemos o caminho do meio. Se olharmos o lado dos Brics, eles crescem mais que o Brasil, mas não estão diminuindo a desigualdade. Pelo contrário, ela está crescendo [nos outros países do Brics], como em 2/3 dos países do mundo”, disse Marcelo Neri, ao participar do seminário Brasil Novo, na Câmara dos Deputados.

Para ele, é importante entender que o crescimento de renda média é bem superior ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e, para o governo, essa é uma ótica importante. Enquanto o PIB cresceu 27% na última década, a renda média dos brasileiros cresceu 52%.

Salário mínimo

O economista Max Leno de Almeida, do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), defendeu a política de reajuste do salário mínimo, por inflação mais crescimento do PIB, que está garantida até 2015, e disse que muitos dos avanços salariais do Brasil estão atrelados a essa lógica.

“Mais de 90% das negociações entre patrões e empregados no Brasil hoje terminaram com aumento de salário, com índices de reajustes no mínimo igual à inflação”, disse Almeida.

Inovação na indústria

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, apresentou os principais programas da entidade, focando no programa de inovação na indústria e no financiamento de novas energias e transporte público.

“O banco já está se preparando porque os investimentos em infraestrutura serão afetados por novas tecnologias, como a automação, e a indústria e logística brasileiras precisam se preparar”, disse Coutinho.

*Com informações da Agência Câmara.

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