Mortes durante greve da PM refletem a desigualdade social na sociedade, declara deputado Valmir Assunção

Valmir Assunção: "lamentavelmente, comprova-se que as vítimas são sempre as mesmas, com os mesmos perfis raciais, econômicos e sociais. Isso reflete a imensa desigualdade social que ainda persiste na sociedade e uma prática discriminatória contra os pobres e negros”.
Valmir Assunção: "lamentavelmente, comprova-se que as vítimas são sempre as mesmas, com os mesmos perfis raciais, econômicos e sociais. Isso reflete a imensa desigualdade social que ainda persiste na sociedade e uma prática discriminatória contra os pobres e negros”.
Valmir Assunção: "lamentavelmente, comprova-se que as vítimas são sempre as mesmas, com os mesmos perfis raciais, econômicos e sociais. Isso reflete a imensa desigualdade social que ainda persiste na sociedade e uma prática discriminatória contra os pobres e negros”.
Valmir Assunção: “lamentavelmente, comprova-se que as vítimas são sempre as mesmas, com os mesmos perfis raciais, econômicos e sociais. Isso reflete a imensa desigualdade social que ainda persiste na sociedade e uma prática discriminatória contra os pobres e negros”.

O deputado Valmir Assunção (PT-BA), durante pronunciamento na Câmara Federal, nesta quarta-feira (23/04/2014), disse que ficou estarrecido com os números de mortos durante a greve da Polícia Militar na Bahia, cerca de 104 execuções. Jovem, negro, pobre e morador da periferia formam o perfil da quase totalidade dessas vítimas, como consequência da violência urbana que se intensificou nos dias de greve. “Essa triste realidade se repete nas principais metrópoles brasileiras e ficou comprovada com os mais de 100 assassinatos ocorridos no estado durante a greve e nos dias do feriado de Semana Santa”, declara Valmir.

Conforme o balanço divulgado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), durante o período da greve foram registrados 84 assassinatos, ocorridos entre os dias 15 e 18. Já entre os dias 15 e 20, o número cresceu para 104 execuções.  “A maioria dos crimes foi contra jovens de 15 a 34 anos, do sexo masculino e moradores da periferia. E, lamentavelmente, comprova-se que as vítimas são sempre as mesmas, com os mesmos perfis raciais, econômicos e sociais. Isso reflete a imensa desigualdade social que ainda persiste na sociedade e uma prática discriminatória contra os pobres e negros”, completa o deputado petista, que apresenta a pesquisa realizada pelo Fórum Comunitário de Combate à Violência (FCCV), com base nas estatísticas da Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), que comprova os dados.

Redação do Jornal Grande Bahia
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