ALBA: Deputado Carlos Gaban rebate declarações de líder governista e diz que falta sintonia entre o governo e a população

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Carlos Gaban considerou “humilhante” a afirmação do líder governista de que os sete deputados de sua base que assinaram a emenda - Maria Luiza Orge, Pastor Sargento Isidório e Vando (todos do PSC); Cacá Leão (PP); Deraldo Damasceno (PSL); Capitão Tadeu (PSB) e Temóteo Brito (PSD) – não sabiam o que estavam assinando. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Carlos Gaban considerou “humilhante” a afirmação do líder governista de que os sete deputados de sua base que assinaram a emenda - Maria Luiza Orge, Pastor Sargento Isidório e Vando (todos do PSC); Cacá Leão (PP); Deraldo Damasceno (PSL); Capitão Tadeu (PSB) e Temóteo Brito (PSD) – não sabiam o que estavam assinando. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)

O líder do Democratas na Assembleia Legislativa, deputado Carlos Gaban, considerou “lamentável” as declarações feitas pelo líder do governo, deputado Zé Neto (PT), sobre o caso da emenda apresentada pela oposição à PEC dos Royalties, e criticou a postura “equivocada” do Governo do Estado ao articular a derrubada da emenda.

Após a aprovação em primeiro turno da PEC que prevê a antecipação do uso dos recursos provenientes dos royalties do petróleo, a oposição apresentou uma emenda para destinar parte destes recursos ao setor de segurança pública, mas o governo conseguiu derrubar a emenda ao exigir que cinco deputados de sua base retirassem as suas assinaturas.

Gaban considerou “humilhante” a afirmação do líder governista de que os sete deputados de sua base que assinaram a emenda – Maria Luiza Orge, Pastor Sargento Isidório e Vando (todos do PSC); Cacá Leão (PP); Deraldo Damasceno (PSL); Capitão Tadeu (PSB) e Temóteo Brito (PSD) – não sabiam o que estavam assinando.

O democrata criticou também a declaração do petista de que a oposição queria atrasar a votação da PEC. “O atraso seria de apenas quatro dias e tenho convicção de que a segurança do nosso estado vale mais que os quatro dias de atraso”, disse Gaban.

Governo sem sintonia – Gaban lamentou a postura do Governo do Estado ao derrubar uma emenda que destinaria mais recursos para a segurança pública.

“Totalmente equivocada a postura do governo ao derrubar uma emenda que possibilitaria, tanto ao atual governo como aos futuros, ter mais recursos para a segurança. Uma atitude inconcebível que mostra a falta de sensibilidade e de sintonia do governo com a população baiana, que clama por uma segurança melhor”, concluiu.

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