Deputada Graça Pimenta critica situação dos aeroportos baianos

Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães. (Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães. (Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães. (Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães. (Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)

Uma matéria veiculada pelo jornal A Tarde desta segunda-feira (24/01/2014) divulga que os quatro aeroportos baianos que integram a segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) estão com obras ou projetos atrasados. O assunto preocupa a deputada estadual Graça Pimenta (PMDB), que frisa a proximidade da Copa do Mundo, evento mundial que terá seis jogos sendo realizados em Salvador.

“Esta notícia demonstra o quanto devemos nos preocupar com a situação dos nossos aeroportos, ainda mais que estamos nos aproximando da Copa do Mundo, que vai ser realizada de 12 de junho a 13 de julho, e neste período a Secretaria do Turismo da Bahia (Setur-Ba) estima que 70 mil estrangeiros visitem o nosso Estado. O objetivo era tudo estar em operação no começo deste ano, mas não é isso que podemos constatar. A previsão inicial era a de que os aeroportos de Salvador, Ilhéus e Vitória da Conquista recebessem investimentos de R$ 187,3 milhões para obras entre 2011 e 2014. O terminal de Barreiras, integrante do PAC 2, não possuía sequer investimento inicial até a semana passada, quando foi apresentado o último balanço do programa. A disparidade dos investimentos é explícita. E eles podem aumentar ainda mais”, destaca a parlamentar.

Segundo a matéria, de sete iniciativas relacionadas ao PAC 2 para os quatro terminais, somente duas foram concluídas: a construção do Grupamento de Navegação Aérea (GNA) e Controle de Aproximação (APP) em Ilhéus, e a ampliação do pátio de aeronaves em Salvador. “Levando em consideração os valores investidos até o momento, somado ao que está sendo executado, o investimento chega a cerca de R$ 130 milhões. Porém, ainda há muito que fazer. É preciso considerar também as atualizações que já foram realizadas nos projetos em quatro anos. As obras que deveriam estar adiantadas por conta da ampliação dos investimentos estão atrasadas. Isso é muito contraditório. O aeroporto de Vitória da Conquista, por exemplo, ainda está tendo o terreno preparado”, frisa Graça Pimenta.

E acrescenta: “Se mesmo com um evento esportivo mundial prestes a ser realizado as obras estão desse jeito, imaginem só como estariam se a Copa do Mundo não fosse realizada”. A parlamentar também cita a situação do aeroporto João Durval Carneiro, em Feira de Santana. “A necessidade que ele entre em ação é algo antigo. Uma cidade como Feira de Santana precisa ter mais alternativas para transporte de passageiros e de cargas. Hoje estamos limitados a utilizar as rodovias, que muitas vezes não estão em condições adequadas de trafegabilidade. O transporte aéreo está se consolidando cada dia mais e Feira de Santana precisa ser inserida neste processo o mais rápido possível”, afirma.

Conforme dados divulgados no site da Setur-Ba, em 2013 o aeroporto de Salvador registrou 3,94 milhões de desembarques aéreos. Desse número, 160 mil foram internacionais. “Pelo visto, teremos muito que contar com a sorte para receber bem os turistas, as pessoas que vem aqui por conta de trabalho e também os baianos que estão voltando de suas viagens através dos nossos aeroportos”, finaliza Graça Pimenta.

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