Deputado Carlos Geilson critica valor destinado à reforma de gabinete do governador

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Carlos Geilson: “Eu não sou contra a reforma, todo mundo gosta de trabalhar em um lugar confortável. Mas se está faltando dinheiro, destinar um valor de mais de R$ 500 mil para reforma não é um pouco exagerado?”.
Carlos Geilson: “Eu não sou contra a reforma, todo mundo gosta de trabalhar em um lugar confortável. Mas se está faltando dinheiro, destinar um valor de mais de R$ 500 mil para reforma não é um pouco exagerado?”.
Carlos Geilson: “Eu não sou contra a reforma, todo mundo gosta de trabalhar em um lugar confortável. Mas se está faltando dinheiro, destinar um valor de mais de R$ 500 mil para reforma não é um pouco exagerado?”.
Carlos Geilson: “Eu não sou contra a reforma, todo mundo gosta de trabalhar em um lugar confortável. Mas se está faltando dinheiro, destinar um valor de mais de R$ 500 mil para reforma não é um pouco exagerado?”.

Em dia de votação da Lei Orçamentária Anual na Assembleia Legislativa da Bahia, o deputado estadual Carlos Geilson (PTN) criticou as prioridades do governo estadual. De acordo com o parlamentar, o orçamento disponível para a saúde, educação e, principalmente segurança pública, é insuficiente. No entanto, insere na relatoria uma reforma de R$ 530 mil para o gabinete do governador.

“Eu não sou contra a reforma, todo mundo gosta de trabalhar em um lugar confortável. Mas se está faltando dinheiro, destinar um valor de mais de R$ 500 mil para reforma não é um pouco exagerado?”, questionou Geilson.

O deputado ainda relembrou da PEC dos Royalties, que foi derrotada em votação na Assembleia. Para ele, fica claro que o discurso dos governistas para aprovar a PEC era inconsistente, como suspeitavam.

“O que nós ouvíamos até recentemente é que o FUNPREV é deficitário e precisaria da antecipação dos royalties para tapar esse rombo e, que mesmo antecipando pelos próximos cinco anos ainda assim não sanearia totalmente. Com essa retirada de recursos do Fundo fica a interrogação: será que o FUNPREV está realmente falido? Como é que retira agora R$ 75 milhões para as emendas impositivas?”, voltou a questionar.

Carlos Geilson seguiu a orientação da oposição e votou contra o Orçamento, pois não concorda com as divisões e não vê transparência em muitos pontos.

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