Deputado Carlos Geilson critica argumento da propaganda do governo da Bahia

Carlos Geilson: "É só pegar as estatísticas e ver o número de assassinatos nos finais de semana, o número de acidentes nas estradas feitas com efeito "sonrisal". Os hospitais não têm medicamentos para dar os primeiros socorros.".
Carlos Geilson: "É só pegar as estatísticas e ver o número de assassinatos nos finais de semana, o número de acidentes nas estradas feitas com efeito "sonrisal". Os hospitais não têm medicamentos para dar os primeiros socorros.".
Carlos Geilson: "É só pegar as estatísticas e ver o número de assassinatos nos finais de semana, o número de acidentes nas estradas feitas com efeito "sonrisal". Os hospitais não têm medicamentos para dar os primeiros socorros.".
Carlos Geilson: “É só pegar as estatísticas e ver o número de assassinatos nos finais de semana, o número de acidentes nas estradas feitas com efeito “sonrisal”. Os hospitais não têm medicamentos para dar os primeiros socorros.”.

Desvelar o discurso de progresso propagado pelo governo do estado. Este foi o objetivo da fala do deputado estadual Carlos Geilson (PTN), na manhã desta quinta-feira (26/12/2013), na Tribuna da Assembleia Legislativa da Bahia. O parlamentar contestou a letra da música da atual campanha publicitária do governo que está no ar em rádios e TVs em todo o estado.

Parte do refrão da letra diz que “a Bahia quer mais e o trabalho segue em frente, fazendo mais por nossa gente”. Geilson rebateu dizendo que “a letra tenta iludir, engabelar os mais incautos, mas entre o que a música diz e o que acontece há uma disparidade. Isso é um engodo, é uma falácia”.

O parlamentar salientou a situação da segurança pública e comentou o atual estado dos hospitais e das estradas que contradiz drasticamente com o que afirma a propaganda.

“É só pegar as estatísticas e ver o número de assassinatos nos finais de semana, o número de acidentes nas estradas feitas com efeito “sonrisal”. Os hospitais não têm medicamentos para dar os primeiros socorros. Essa é uma propaganda irreal. A Bahia real é dura, é de sofrimento, é uma Bahia cruel. Essa não é a Bahia que nós queremos, que nós sonhamos. Queremos, sim, um governo que nos dê mais segurança, que enfrente o crime organizado, que construa mais escola, mais hospitais”, disse.

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