Em Feira de Santana, delegado da PF declara que Clóvis Souza Nunes é chefe de organização criminosa com ramificação nacional

Clóvis Souza Nunes, segundo a PF, é chefe de organização criminosa com ramificação em dez estados.
Clóvis Souza Nunes, segundo a PF, é chefe de organização criminosa com ramificação em dez estados.
Clóvis Souza Nunes, segundo a PF, é chefe de organização criminosa com ramificação em dez estados.
Clóvis Souza Nunes, segundo a PF, é chefe de organização criminosa com ramificação em dez estados.
O delegado da PF Wal Goulart afirmou que Clóvis Nunes é chefe de organização criminosa, e que o irmão, Carlos Nunes é braço executor da quadrilha.
O delegado da PF Wal Goulart afirmou que Clóvis Nunes é chefe de organização criminosa, e que o irmão, Carlos Nunes, é braço executor da quadrilha.
Armas apreendidas são de origem caseira e não apresentavam potencial de fogo.
Armas apreendidas são de origem caseira e não apresentavam potencial de fogo.

O delegado da Polícia Federal (PF) Wal Goulart de Macedo Santana, durante coletiva de imprensa concedida hoje (28/11/2013) na sede do posto da PF em Feira de Santana, comentou sobre as principais prisões decorrentes da ‘Operação Vulcano’. A operação teve objetivo de desarticular organização criminosa que fraudava a ‘Campanha Nacional pelo Desarmamento’. Segundo Goulart, o “chefe da quadrilha” é o coordenador nacional da ONG ‘MOVPAZ Brasil’, Clóvis Souza Nunes. O irmão de Clóvis, Carlos Nunes, também foi apontado pelo delegado com um dos principais membros da “organização criminosa”, sendo “braço executor” da quadrilha.

Prisão

Clóvis Nunes foi preso pela PF em Fortaleza, e encaminhado para Feira de Santana. Ele, o irmão, e outras quatro pessoas ficarão no Presídio Estadual de Feira de Santana por cerca de cinco dias. O delegado Goulart diz que após ouvir Clóvis Nunes, ele será indiciado por inserção fraudulenta de dados, peculato e formação de quadrilha.

Investigações

As investigações começaram há cerca de três meses, quando técnicos do governo federal identificaram um excessivo número de armas lançadas no sistema de controle e pagamentos do programa. O sistema apontava que 14% das armas apreendidas no país estavam em Feira de Santana, o que colocava a cidade à frente de capitais como São Paulo. Este dado ativou mecanismos de investigação que culminaram com a operação policial. O MOVEPAZ Brasil estava atuando em 27 cidades, espelhadas por dez estados, e estava ampliando as atividades, tendo inaugurado uma filial em Fortaleza.

Armas apreendidas

Durante o transcurso das prisões, foram apreendidas cerca de 100 armas com aparência de uso caseiro, mas sem qualquer capacidade de fogo. As armas estavam etiquetadas pela equipe da ONG. A entidade receberia R$ 150 por arma. Um dos investigadores presentes durante a coletiva, disse que o tipo de armamento encontrado deveria ser recolhido, mas que não existe previsão de pagamento para o mesmo, em decorrência das características de baixo potencial de fogo.

Policias Militares

Dois policiais militares foram ouvidos pela PF, um coronel e um tenente da Polícia Militar da Bahia, ambos lotados em Feira de Santana. Segundo fontes da PF, para que as armas fossem lançadas no sistema federal era necessário que uma pessoa do governo do estado utilizasse a senha para autorizar os lançamentos. O agente disse que, inicialmente, não foram identificadas fraudes ou conivências praticadas pelos militares, mas que o descuido com a senha do sistema federal também incorre em crime de menor potencial. “Acreditamos que eles foram induzidos a erro.”, declarou o agente, que pediu para ter a identidade mantida em sigilo.

Site do Movimento em Recife

No site do MOVPAZ Recife, Clóvis Souza Nunes apresenta breve currículo, “Coordenador Nacional do MOVPAZ Brasil, Projetista Técnico, graduando em física, Especialista em Transcomunicação Instrumental; Consultor da Rede Globo de Televisão para Assuntos de Paranormalidade; Idealizador e fundador do MOVPAZ Brasil; ; membro do Conselho Nacional de Segurança Pública (CONASP); coordenador Regional Nordeste da Campanha do Desarmamento; diretor administrativo do Projeto ‘Por um Mundo Sem Armas’, da Rede Desarma Brasil, que integra a Lei Social da Copa do Mundo de 2014; professor, escritor e conferencista.”.

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