Bacias de Sergipe-Alagoas e Recôncavo da Bahia rendem maiores bônus de assinatura em leilão da ANP

Vista aérea do rio Paraguaçu, no Recôncavo da Bahia. Região recebe investimentos para prospecção no setor de petróleo e gás. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Vista aérea do rio Paraguaçu, no Recôncavo da Bahia. Região recebe investimentos para prospecção no setor de petróleo e gás. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Vista aérea do rio Paraguaçu, no Recôncavo da Bahia. Região recebe investimentos para prospecção no setor de petróleo e gás. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Vista aérea do rio Paraguaçu, no Recôncavo da Bahia. Região recebe investimentos para prospecção no setor de petróleo e gás. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)

As maiores somas de bônus de assinatura pagas no leilão de gás em terra da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) foram registradas nas bacias do Recôncavo, na Bahia, e de Sergipe-Alagoas. Em ambas, a Petrobras arrematou a maior parte dos blocos leiloados.

A Bacia de Sergipe-Alagoas, considerada madura pela ANP, teve blocos leiloados em quatro setores: SSEAL-T2, SSEAL-T3, SSEAL-T4 e SSEAL-T5. No T2, apesar de 14 blocos não terem recebido ofertas, o bônus de assinatura total passou de R$ 16 milhões. Quatro blocos foram arrematados pela Petrobras e quatro pela empresa panamenha Trayectoria. O investimento mínimo previsto para esses locais é de R$ 28 milhões.

No setor T3, a Petrobras garantiu sete blocos, e a Geopark Brasil ficou com um. Ao todo, 20 não receberam ofertas. Mais R$ 22 milhões em bônus de assinatura foram somados neste setor, e o investimento mínimo previsto é estimado em R$ 34 milhões.

Os blocos arrematados do setor T4 também foram para a Petrobras, quatro com 100% para a estatal e três em um consórcio em que 50% ficaram com a Nova Petróleo. No T4, 14 blocos não tiveram oferta, e o bônus de assinatura total ficou em cerca de R$ 13 milhões. A previsão de investimento está em torno de R$ 33 milhões ao menos. No setor T5, apenas a Petrobras fez oferta por um dos blocos, o que rendeu bônus de R$ 1,3 milhão e deve gerar investimento calculado em mais de R$ 4 milhões.

Na Bacia do Recôncavo, os dois setores receberam a oferta de seis consórcios diferentes, sendo quatro deles com presença da Petrobras. No setor SREC-T2, a estatal  arrematou dez blocos sozinha, e seis ficaram com a Trayectoria. No setor SREC-T4, a Petrobras integrou três consórcios que arremataram mais dez. A colombiana Alvopetro obteve quatro blocos.

No setor T2, o bônus de assinatura total chegou a R$ 56 milhões, enquanto no T4, ficou em torno de R$ 22 milhões. Os investimentos mínimos previstos são R$ 98 milhões e R$ 54 milhões, respectivamente. Não receberam oferta 20 blocos dos dois setores.

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