Deputado Luciano Simões exige explicações do governo sobre caso dos agentes de limpeza flagrados realizando necropsias em Santo Antonio de Jesus

Luciano Simões: “O prazo para o governo dar uma resposta terminou no dia 7 de agosto. A minha assessoria esteve na Ouvidoria Geral do Estado no dia 8 de agosto e o requerimento sequer foi encontrado. A sociedade baiana tem direito de saber quanto foi gasto com combustível e manutenção do helicóptero oficial de janeiro de 2007 até hoje”
Luciano Simões: “O prazo para o governo dar uma resposta terminou no dia 7 de agosto. A minha assessoria esteve na Ouvidoria Geral do Estado no dia 8 de agosto e o requerimento sequer foi encontrado. A sociedade baiana tem direito de saber quanto foi gasto com combustível e manutenção do helicóptero oficial de janeiro de 2007 até hoje”
Luciano Simões: “O prazo para o governo dar uma resposta terminou no dia 7 de agosto. A minha assessoria esteve na Ouvidoria Geral do Estado no dia 8 de agosto e o requerimento sequer foi encontrado. A sociedade baiana tem direito de saber quanto foi gasto com combustível e manutenção do helicóptero oficial de janeiro de 2007 até hoje”
Luciano Simões cobra explicações.

O líder do bloco parlamentar PMDB/DEM na Assembleia, deputado Luciano Simões, definiu como “um crime às relações trabalhistas e aos direitos humanos” o caso denunciado pelo jornal A Tarde, que flagrou funcionários de limpeza realizando necropsias no Departamento de Polícia Técnica (DPT) do município de Santo Antonio de Jesus. “O governador, a Secretaria de Saúde e a Secretaria de Segurança Pública, responsável pelo DPT, têm de vir a público esclarecer este crime”, disse o parlamentar.

De acordo com a reportagem, o governo contratou uma empresa terceirizada para fazer a limpeza do necrotério da cidade, mas os funcionários, que são vinculados ao SindLimp, foram flagrados abrindo cadáveres. O diretor do DPT de Santo Antonio de Jesus, Ricardo Neri, disse à reportagem que é normal os funcionários de limpeza fazerem necropsias não só lá como na maioria das coordenações da Bahia, incluindo Salvador.

O deputado cobrou ações também das comissões de Saúde e de Direitos Humanos da Casa. “Isso não é uma questão política, é um desrespeito ao ser humano”, concluiu.

Carlos Augusto
Sobre Carlos Augusto 9374 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).