Conselheiro da OAB, Beto Coelho diz que Tribunal da Bahia foi descortês com advogados, e que determinados escritórios de advocacia tem tratamento privilegiado

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Conselheiro da OAB, Beto Coelho; Presidente da OAB da subseção de Feira de Santana, Pedro Mascarenhas, e o advogado criminalista Fernando Oliveira.
Conselheiro da OAB, Beto Coelho; Presidente da OAB da subseção de Feira de Santana, Pedro Mascarenhas, e o advogado criminalista Fernando Oliveira.
Alberto Coelho (Beto Coelho) faz crítica contundente e denuncia favorecimento de escritórios de advocacia.
Alberto Coelho (Beto Coelho) faz crítica contundente e denuncia favorecimento de escritórios de advocacia.
Conselheiro da OAB, Beto Coelho; Presidente da OAB da subseção de Feira de Santana, Pedro Mascarenhas, e o advogado criminalista Fernando Oliveira.
Conselheiro da OAB, Beto Coelho; Presidente da OAB da subseção de Feira de Santana, Pedro Mascarenhas, e o advogado criminalista Fernando Oliveira.
Advogados Claúdio Camperlingo, Alberto Coelho (Beto Coelho) e Fernando Oliveira.
Advogados Claúdio Camperlingo, Alberto Coelho (Beto Coelho) e Fernando Oliveira.

O advogado feirense Alberto Coelho (Beto Coelho), membro do conselho da Ordem dos Advogados da Bahia (OAB), em entrevista exclusiva ao Jornal Grande Bahia, comentou sobre os protestos promovidos pelos advogados, ontem (17/09/2013), em Feira de Santana. Coelho destaca que o movimento objetiva o bem estar da coletividade feirense, e ocorre em função da morosidade com que tramitam os processos no fórum da justiça estadual no município.

“Esse movimento, que acontece no Fórum Filinto Bastos, visa, inicialmente, o bem estar da coletividade feirense, e o bem comum. Também é um protesto pela situação da morosidade da Justiça de Feira de Santana, e da Bahia. O Conselho Nacional de Justiça anunciou várias vezes, através de alguns ministros, e até através do juiz designado para fazer uma inspeção no Tribunal Justiça da Bahia, e foi dito que a mesma necessita de uma intervenção federal.

O advogado também destaca que a OAB da Bahia tenta dialogar com o poder judiciário e com o Tribunal de Justiça Bahia: “A Ação da OAB da Bahia é no sentido de tentar dialogar com o poder judiciário, com o Tribunal de Justiça da Bahia, a fim de melhorar a situação da justiça feirense e da Bahia, de modo geral. Para acabar com a morosidade, para acabar com a proteção existente para alguns escritórios de advocacia na Bahia. Isso é o passo inicial, e se não houver uma solução, se não houver o acatamento, a categoria deve ampliar os protestos.  Ontem, foram empossados 102 juízes, e o Tribunal da Bahia, através do presidente, não teve a delicadeza de convidar a OAB para participar do ato de posse dos novos magistrados baianos. Uma grave atitude de indelicadeza com a classe de advogados e com a instituição OAB/Bahia.

Beto Coelho finaliza a entrevista comentando sobre o encontro com colegas, advogados membros do conselho federal. “Os conselheiros federais apontam que a OAB da Bahia deve pedir intervenção federal, através do Conselho Nacional de Justiça. Mas, infelizmente, embora anunciada por várias vezes, essa intervenção nunca ocorreu.”.

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Sobre Carlos Augusto 10097 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).