CMFS | Evasão escolar em Feira de Santana preocupa vereador. Confira debates

Pablo Roberto: “O PT de Feira vem sofrendo há anos com as posturas rasteiras do deputado Zé Neto. E digo a vocês que não dá mais para ignorar esse problema, virar o rosto, fingir que não vê".
Pablo Roberto: “O PT de Feira vem sofrendo há anos com as posturas rasteiras do deputado Zé Neto. E digo a vocês que não dá mais para ignorar esse problema, virar o rosto, fingir que não vê".

Evasão escolar

Em pronunciamento na tribuna da Casa da Cidadania, nesta terça-feira (24/09/2013), o vereador Pablo Roberto (PT), preocupado com a evasão escolar nos estabelecimentos da rede pública de ensino, sugeriu à Comissão de Educação da Câmara que realize uma audiência pública para discutir o tema, sobretudo com representantes da Secretaria Municipal de Educação e da Diretoria Regional de Educação e Cultura de Feira de Santana (Direc 02).

“Quando nós falamos em mais de 5% de crianças que estão iniciando sua vida educacional e que estão evadindo, é algo muito grave. Nós precisamos dedicar uma atenção especial a essa situação”, disse o petista.

Segundo Pablo, muitas escolas da rede municipal de ensino não oferecem infraestrutura para os alunos, principalmente na zona rural de Feira de Santana.  “Quando eu vou a uma comunidade e vejo uma escola com o muro caído, com aquele telhadozinho velho, de 20 anos atrás, uma sala de aula que não prende a atenção da criança, que modelo de educação é esse?”, questionou.

Em sua opinião, “nós precisamos compreender que a educação não é apenas colocar professor em sala de aula, é todo um conjunto de ações que passa, inclusive, pela estrutura arquitetônica das construções”, observa.

O vereador disse que não aceita o argumento de que o adolescente abandona a escola durante o ano letivo para ingressar no mercado de trabalho. “Isso não é verdade”. Para ele, o envolvimento de jovens com o consumo de drogas é uma das causas da evasão escolar. “Nós ainda não conseguimos montar em Feira de Santana uma estrutura organizada e equipada para dar esse atendimento”, pontuou.

Edvaldo Lima apela por melhorias em ruas do bairro Tomba

O vereador Edvaldo Lima (PP) ocupou a tribuna da Casa Legislativa, nesta terça-feira (24), para reivindicar mais uma vez a revitalização da Rua Nilo Peçanha e Travessa Nações Unidas, situadas no bairro Tomba. Ele informou que uma indicação com esta finalidade já foi encaminhada ao Poder Executivo. O vereador espera que as providências sejam tomadas, pois, segundo ele, as referidas vias estão intransitáveis.

Ele afirmou que a comunidade do Areal, também no bairro Tomba, tem se queixado da falta de uma área de lazer, sobretudo para as crianças. O vereador disse que também já solicitou do secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, José Pinheiro, através de indicação, a construção de uma quadra de esportes para aquela localidade.

Edvaldo Lima também cobrou a recuperação de vias do conjunto Parque Panorama, a exemplo  da  rua Conselheiro Pena, que segundo ele, está com  o piso totalmente destruído em decorrências das chuvas que caíram em Feira de Santana.

Ele fez um apelo ao líder da bancada do governo na Câmara, Carlito do Peixe (DEM), para que interceda junto à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, no sentido de que sejam tomadas as devidas providências com relação às péssimas condições dos logradouros.

O vereador Roque Pereira (PTN), em discurso na tribuna da Casa Legislativa, na manhã desta terça-feira (24.09.2013), lamentou a morte de oito pacientes que estavam internados do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA). Ele criticou a atitude do diretor do hospital, salientando que, antes de apurar os fatos, José Carlos Pitangueira cogitou a possibilidade de os óbitos terem sido causados por um curto circuito de maneira proposital.

Segundo alguns meios de comunicação de Feira de Santana, as mortes dos pacientes do HGCA podem ter sido causadas por queda de energia elétrica.

Roque disse ter observado através de reportagens do jornal Folha do Estado e de alguns blogs da cidade que o diretor do HGCA já está procurando “bode expiatório”, colocando a culpa em servidores. “Como a gente bem sabe, a corda só quebra do lado do mais fraco”, declarou o edil, reiterando que a atitude de José Carlos Pitangueira foi precipitada.

O edil fez questão de ressaltar que no Hospital Geral Clériston Andrade existe bactérias e, muitas vezes, a direção do hospital não assume a presença desses agentes infecciosos.

“Eu acho que o diretor Pitangueira antes de imputar a culpa em alguém, de maneira prematura, deveria fazer uma investigação, procurar se inteirar mais sobre esse problema, e não procurar, já de imediato, achar um ‘bode expiatório’ para justificar o injustificável de oito mortes em menos de cinco dias naquela unidade de saúde”, criticou Roque.

Na oportunidade, o vereador Edvaldo Lima (PP) afirmou que o que está ocorrendo no HGCA é negligência. “Não é outra coisa não. Eu tenho ido ao Clériston Andrade e observo como é tratado o cidadão naquele lugar; ali não tem dignidade nenhuma”, queixou-se.

O vereador Isaías de Diogo (PPS) disse que foi encontrado nas instalações elétricas do HGCA fita esparadrapo ao invés de fita isolante. Em sua opinião, isso pode ter causado o curto circuito.

Ele informou que o Ministério Público já está investigando a morte dos oito pacientes do HGCA. Isaías solicitou da Comissão de Saúde da Câmara que faça também uma visita à unidade hospitalar para apurar o caso.

Roque diz que atitude de diretor do HGCA foi precipitada

O vereador Roque Pereira (PTN), em discurso na tribuna da Casa Legislativa, na manhã desta terça-feira (24.09.2013), lamentou a morte de oito pacientes que estavam internados do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA). Ele criticou a atitude do diretor do hospital, salientando que, antes de apurar os fatos, José Carlos Pitangueira cogitou a possibilidade de os óbitos terem sido causados por um curto circuito de maneira proposital.

Segundo alguns meios de comunicação de Feira de Santana, as mortes dos pacientes do HGCA podem ter sido causadas por queda de energia elétrica.

Roque disse ter observado através de reportagens do jornal Folha do Estado e de alguns blogs da cidade que o diretor do HGCA já está procurando “bode expiatório”, colocando a culpa em servidores. “Como a gente bem sabe, a corda só quebra do lado do mais fraco”, declarou o edil, reiterando que a atitude de José Carlos Pitangueira foi precipitada.

O edil fez questão de ressaltar que no Hospital Geral Clériston Andrade existe bactérias e, muitas vezes, a direção do hospital não assume a presença desses agentes infecciosos.

“Eu acho que o diretor Pitangueira antes de imputar a culpa em alguém, de maneira prematura, deveria fazer uma investigação, procurar se inteirar mais sobre esse problema, e não procurar, já de imediato, achar um ‘bode expiatório’ para justificar o injustificável de oito mortes em menos de cinco dias naquela unidade de saúde”, criticou Roque.

Na oportunidade, o vereador Edvaldo Lima (PP) afirmou que o que está ocorrendo no HGCA é negligência. “Não é outra coisa não. Eu tenho ido ao Clériston Andrade e observo como é tratado o cidadão naquele lugar; ali não tem dignidade nenhuma”, queixou-se.

O vereador Isaías de Diogo (PPS) disse que foi encontrado nas instalações elétricas do HGCA fita esparadrapo ao invés de fita isolante. Em sua opinião, isso pode ter causado o curto circuito.

Ele informou que o Ministério Público já está investigando a morte dos oito pacientes do HGCA. Isaías solicitou da Comissão de Saúde da Câmara que faça também uma visita à unidade hospitalar para apurar o caso.

“Lei da Ficha Limpa Municipal” é aprovada

Foi aprovado em segunda e última discussão, por unanimidade dos presentes, na manhã desta terça-feira (24), na Câmara Municipal, o projeto de lei nº 102/2013, de autoria do Poder Executivo, que disciplina as nomeações para cargos em comissão e funções gratificadas no âmbito dos órgãos do Poder Executivo e Legislativo Municipal.

De acordo com o artigo 1º do projeto, “esta Lei denominada ‘Lei da Ficha Limpa Municipal’, estabelece critérios para o provimento de cargos em comissão e funções gratificadas com o intuito de proteger a moralidade administrativa, evitar o abuso do poder econômico e político, aplicando-se de forma complementar aos demais critérios gerais e especiais de provimento estabelecidos nas legislações Municipal, Estadual e Federal”.

Segundo a proposição, fica vedada a nomeação de cidadãos para cargos em comissão ou função gratificada, no âmbito dos órgãos do Poder Executivo e Legislativo do município de Feira de Santana, enquadrados nas seguintes hipóteses:

§ 1 º – Os que tenham contra a si julgada procedente representação formulada perante a Justiça Eleitoral, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado em processo de apuração de abuso do poder econômico ou político, desde a decisão até o transcurso do prazo de oito anos;

§ 2º – Os condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, desde a condenação até o transcurso do prazo de oito anos após o cumprimento da pena, pelos crimes:

“Contra a economia popular, a fé pública, a administração pública e o patrimônio público; contra o patrimônio privado, sistema financeiro, o mercado de capitais e os previstos na Lei que regula a falência; contra o meio ambiente e a saúde pública; eleitorais, para os quais a Lei comine pena privativa de liberdade; de abuso de autoridades, nos casos em que houver condenação à perda do cargo ou à inabilitação para o exercício de função pública”.

Também se refere a crimes “de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores; de tráfico de entorpecentes e drogas afins, racismo, torturas, terrorismo e hediondos; de redução à condição análoga à de escravo; contra a vida e a dignidade sexual; praticados por organização criminosa, quadrilha ou bando”.

§ 3º – Os declarados indignos do oficialato, ou com ele incompatíveis, pelo prazo de oito anos.

Redação do Jornal Grande Bahia
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