Vereadora faz mea culpa e diz que projeto aprovado em primeira votação que limita altura de prédios em 10 andares prejudica sociedade feirense

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Gerusa Sampaio disse que votou favorável à matéria em primeira discussão, mas atualmente sua decisão contrária é baseada em pareceres técnicos de arquitetos.
Gerusa Sampaio disse que votou favorável à matéria em primeira discussão, mas atualmente sua decisão contrária é baseada em pareceres técnicos de arquitetos.
Gerusa Sampaio disse que votou favorável à matéria em primeira discussão, mas atualmente sua decisão contrária é baseada em pareceres técnicos de arquitetos.
Gerusa Sampaio disse que votou favorável à matéria em primeira discussão, mas atualmente sua decisão contrária é baseada em pareceres técnicos de arquitetos.

A vice-líder governista, vereadora Gerusa Sampaio (PSD) usou a tribuna da Câmara, nesta segunda-feira (05/08/2013), para contestar o projeto de lei, de autoria do vereador Ronny (PSDB), que altera a lei nº 1.615/92, que versa sobre o uso e ocupação do solo. A referida proposição determina que o gabarito máximo de altura compreendendo a parte interna do Anel de contorno (avenida Fróes da Mota), não poderá ultrapassar os 10 pavimentos ou 30 metros.

A vereadora acredita que, caso seja aprovado e sancionado com o atual formato, o projeto de Ronny irá limitar o desenvolvimento econômico de Feira de Santana. Gerusa  disse que votou favorável à matéria em primeira discussão, mas atualmente sua decisão contrária é baseada em pareceres técnicos de arquitetos.

Para a edil, a proibição de construção de prédios com mais de 10 andares “ficará difícil a aquisição de apartamentos, visto que o valor dos mesmos será mais alto. As construtoras irão dividir os custos por andar”, afirmou Gerusa, argumentando que é mais rentável construir um edifício de 16 andares, por exemplo, do que um imóvel com 10 pavimentos.

Adiado por quatro sessões projeto que altera lei do uso e ocupação do solo

A pedido do vereador José Carneiro (PSL) foi adiado por quatro sessões o projeto de lei nº 076/2013, de autoria do edil Ronny (PSDB), que altera o dispositivo de lei  1.615/92, que versa sobre o uso e ocupação do solo.

De acordo com a proposição, “o gabarito máximo de altura compreendendo a parte interna do Anel de Contorno (Avenida Eduardo Fróes da Mota), não poderá ultrapassar os 10 pavimentos ou 30 metros”.

Ronny disse que o projeto visa melhorar o ordenamento da cidade, mas está sendo alvo de protestos por parte de empresários. “Não estou aqui para convencer ninguém. Eles só estão preocupados com o lado financeiro”, afirmou.

Sobre Carlos Augusto 9669 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).