Em Feira de Santana, Museu Casa do Sertão expõe fotopinturas

Harmonizar e embelezar uma imagem. Colorir a foto em preto e branco. Alterar o cenário e acrescentar elementos. Tudo isso faz parte da técnica de fotopintura, que se popularizou no Brasil, especialmente no Nordeste.
Harmonizar e embelezar uma imagem. Colorir a foto em preto e branco. Alterar o cenário e acrescentar elementos. Tudo isso faz parte da técnica de fotopintura, que se popularizou no Brasil, especialmente no Nordeste.
Em Feira de Santana, Museu Casa do Sertão expõe fotopinturas.
Museu Casa do Sertão expõe fotopinturas.
Harmonizar e embelezar uma imagem. Colorir a foto em preto e branco. Alterar o cenário e acrescentar elementos. Tudo isso faz parte da técnica de fotopintura, que se popularizou no Brasil, especialmente no Nordeste.
Harmonizar e embelezar uma imagem. Colorir a foto em preto e branco. Alterar o cenário e acrescentar elementos. Tudo isso faz parte da técnica de fotopintura, que se popularizou no Brasil, especialmente no Nordeste.

Harmonizar e embelezar uma imagem. Colorir a foto em preto e branco. Alterar o cenário e acrescentar elementos. Tudo isso faz parte da técnica de fotopintura, que se popularizou no Brasil, especialmente no Nordeste, durante o século XX. Este método artístico pode ser conferido na exposição “Retrato pintado: retoques na memória”, apresentada pelo Museu Casa do Sertão da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).

A exposição reúne 50 fotopinturas, produzidas a partir da década de 20, pertencentes a acervos de famílias de várias localidades como Tanquinho, Riachão de Jacuípe, Santo Amaro, Feira de Santana, Cruz das Almas, Crato (CE) e São Paulo. Além delas, também estão expostos os retratos originais e exemplares produzidos a partir do uso de programas digitais de computação, nova tendência conhecida como fotopintura contemporânea.

Os retratos pintados trazem uma série de peculiaridades que podem ser conferidas na exposição. Destaque para o uso de cores fortes, a rigidez da pose e dos semblantes, o padrão de representação (nas fotos de casal, a mulher sempre é colocada à frente do homem) e a junção (pessoas que nunca se encontraram são pintadas lado a lado).

Serviço

A exposição está aberta à visitação, de segunda a sexta-feira, das 8 às 11h30 e das 14 às 17h30.

Visitas podem ser agendas pelo telefone (75)3161-8099, ou através dos e-mails:

agendamentomuseucasadosertao@gmail.com, museucasadosertao@gmail.com

Sobre Carlos Augusto 9707 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).