Deputado Paulo Azi cobra atitude do governador Jaques Wagner para conter crise financeira

Paulo Azi: “O descontrole financeiro do governo estadual é consequência dos gastos exagerados realizados na reeleição de Jaques Wagner. Não há dúvida sobre isso”.
Paulo Azi: “O descontrole financeiro do governo estadual é consequência dos gastos exagerados realizados na reeleição de Jaques Wagner. Não há dúvida sobre isso”.
Paulo Azi: “O descontrole financeiro do governo estadual é consequência dos gastos exagerados realizados na reeleição de Jaques Wagner. Não há dúvida sobre isso”.
Paulo Azi: “O descontrole financeiro do governo estadual é consequência dos gastos exagerados realizados na reeleição de Jaques Wagner. Não há dúvida sobre isso”.

“Será preciso que um aliado do governo lave a roupa suja fora de casa para que os órgãos de fiscalização e controle acordem para a crise financeira do Estado da Bahia?”, questiona o presidente estadual do Democratas, deputado estadual Paulo Azi. Ele destaca que a exposição da mazela financeira governamental já vem sendo denunciada há tempo pela oposição.

“Não é de agora que nós, da oposição, estamos alertando para os estranhos e suspeitos artifícios usados pelo governo para fechar as contas do Estado”, diz Azi. Para ele, diante das denúncias frequentes dos oposicionistas, publicadas na mídia, os órgãos de controle e fiscalização estavam fazendo ouvido de mercador.

“O descontrole financeiro do governo estadual é consequência dos gastos exagerados realizados na reeleição de Jaques Wagner. Não há dúvida sobre isso”, assevera o parlamentar democrata. Azi não aceita a desculpa de que foi a crise internacional de 2009 a razão do descalabro. “O governo federal abriu várias linhas de crédito, na ocasião, justamente para cobrir as perdas de arrecadação neste período. Não me venham com contos da carochinha”.

Na avaliação de Paulo Azi, a mudança de secretário da fazenda não resolve o problema. “É trocar seis por meia-dúzia. A solução mesmo seria trocar de governador, mas, por enquanto, é inadiável uma atitude governamental no sentido de tomar medidas que saneiem as finanças do Estado. O caso CBPM é apenas um esqueleto menor que está saindo do armário. Tem muita coisa pior por aí”.

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Sobre Carlos Augusto 9449 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).